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Polícia prende dois de quatro acusados de participação na morte de sindicalista

22/02/2013 14h44 | Atualizado em: 25/02/2013 06h52
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Da Redação


Durante operação comandada pelo delegado da Polícia Civil Manoel Laeldo, Cleudione de Sousa Bezerra, de 18 anos e Arthur Rodrigues dos Santos 18 anos foram nesta sexta-feira, 22, em Araguaína acusados de participar da morte do professor Fabriciano Borges Correia, que foi brutalmente assassinado no dia 8 de novembro do ano passado.

A delegada Verônica Tereza Carvalho Costa, titular da 1º Delegacia Regional da Polícia Civil de Araguaína disse que agentes chegaram aos autores depois de uma intensa investigação sobre o caso.

A delegada declarou que em depoimento, os dois jovens confessaram a autoria do assassinato e também alegaram que mais duas pessoas teriam participado, e a estes já foram expedidos mandados de prisão. Verônica ressaltou que um desses acusados, Elisafran Gonsalves de Sousa, 20 anos, que ainda não foi capturado, teve no passado, um relacionamento íntimo com a vítima, portanto conhecia o interior da residência de Fabriciano. Elisafran é apontado como o mentor do assassinato. Segundo a delegada, apesar dessa informação e diante dos fatos e perícia de provas colhidas no local, o crime que vitimou fatalmente o sindicalista não tinha relação homofóbica ou política, trata-se de um latrocínio. Na época, os assassinos roubaram entre outros objetos pessoais, uma máquina fotográfica de Fabriciano.

Lembrando que no mesmo mês da morte de Fabriciano, época em que saiu o laudo da a perícia nos objetos do sindicalista e após ouvir várias testemunhas, a delegada afirmou que descartava no crime a tese de que o mesmo teria motivação homofóbica.
 

 
Elisafran Gonsalves de Sousa, acusado de ser mentor do crime.



 Entenda
O presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação no Estado do Tocantins (sintet) em Araguaína, Fabriciano Borges, 38 anos, foi encontrado morto no último dia, 8, em sua residência no Setor Raizal, na cidade de Araguaína.

De acordo com informações colhidas no local pela reportagem do Portal O Norte, a empregada que trabalhava na casa do sindicalista foi a primeira pessoa a vê-lo morto. Fabriciano, foi encontrado estrangulado no chão com uma corda no pescoço, tendo ainda os pés amarrados com um cinto e fios de energia, as mãos atadas com um fio de extensão de energia e estava vestido apenas com uma roupa íntima.

 


 

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