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Araguaína

Ex-servidoras confirmam que recebiam sem trabalhar no Estado

15/03/2019 08h24 | Atualizado em: 15/03/2019 23h30

Divulgação

Duas mulheres que teriam recebido salários sem trabalhar no Governo do Estado foram ouvidas pela Polícia civil nesta quinta-feira (14), em Araguaína, Norte do Tocantins. A Ação é um desdobramento da Operação Catarse, que investiga a existência de funcionalismo fantasma na gestão estadual. 

As mulheres foram interrogadas pelo delegado José de Anchieta e em depoimento afirmaram que enquanto recebiam do Estado, trabalharam nas campanhas eleitorais do governador Mauro Carlesse (PHS) bem como da deputada estadual, Valderez Castelo Branco (PP). Uma delas afirmou que recebia o valor de R$ 1,2 mil reais por mês. 

Segundo a polícia, as investigadas foram nomeadas em março do ano passado ainda na gestão de Marcelo Miranda (MDB) e mantidas nos respectivos cargos sem cumprir carga horária, até dezembro do mesmo ano. Em depoimento, elas confirmaram que o único trabalho que elas exerciam era de cabo eleitoral de Valderez e Carlesse. Depois de serem ouvidas, as ex-servidoras foram liberadas e devem responder ao processo em liberdade.

O Governo do Estado ainda não se manifestou sobre essa nova fase da operação mas garantiu que não há funcionários fantasmas na atual administração. 

 A deputada Valderez Castelo Branco também não se manifestou a respeito do assunto mas aguarda ser informada oficialmente para se posicionar e esclarecer dúvidas. 

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