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Qua
16/01/19
  • Camiseta ilustrando críticas à prefeitura e Câmara é entregue a vereador

    ARAGUAÍNA - 10.05.11 08h19

    Luidiniz Brito
    Da Redação

     

    Na sessão da Câmara de Vereadores de Araguaína, dessa segunda-feira, 9, um fato curioso provocou a indignação e preocupação dos Vereadores no que diz respeito à imagem do Poder Legislativo da cidade. 

    Duras Críticas
    Tudo começou no início da sessão, quando o vereador Divino Bethânia Júnior (PP)  falou sobre uma camiseta que foi entregue a ele, por alguém que pediu a não divulgação de seu nome.

    A vestimenta criticava o prefeito e os vereadores, por meio de frases e desenhos, insinuando que ambos não atuavam. Dizia: “Você caiu no conto do Bigode”. Uma referência implícita a Valuar Barros (DEM).

    Os desenhos da camiseta representavam alguns monumentos de Araguaína e a cidade inteira estava dentro de uma enorme cratera. 
     
    “Isso aí é mais um candidato a prefeito querendo aparecer”, disse Gerônimo Cardoso (PMDB) sobre quem mandou confeccionar a camiseta. Acrescentou ainda: “Essa pessoa nunca deve ter vindo à Câmara”. Isso porque os vereadores foram acusados de não fazer nada pela cidade.

    O vereador Mané Mudança (DEM) acredita na mesma hipótese levantada por Gerônimo: “Tenho certeza que essa pessoa é um pré-candidato a prefeito”.

    “Visite Araguaína antes que acabe”. Esta é uma frase que Jorge Frederico (PMDB)  falou já ter visto adesivada, em vários veículos em Araguaína. O vereador mostrou-se preocupado com as repercussões negativas de dizeres como este e com o caso da camiseta mostrada por Bethânia Júnior. “Araguaína precisa ser respeitada”, defendeu Jorge Frederico.

    “Caso a Câmara tenha sua imagem prejudicada de alguma maneira, tomaremos as devidas providências, inclusive jurídicas”, disse o presidente da Câmara, Elenil da Penha (PMDB).

    Mendigos deixados em Araguaína
    O vereador Gipão (PR) contou outro caso inusitado que ocorreu na cidade. Segundo ele, soube por alguém, não identificado, sobre um grupo de mendigos, provenientes de outras cidades, trazidos para Araguaína de van e deixados na Praça das Bandeiras. Falta saber de onde vieram tais pessoas.
     

  • Servidora quebra silêncio e fala sobre denúncia contra ex-vice-prefeito de Goiatins

    DENÚNCIA - 03.05.11 16h22

    Dágila Sabóia
    Da Redação


    Quase seis meses depois, servidora pública do Estado quebra o silêncio e fala pela primeira vez em entrevista exclusiva à equipe de reportagem do Portal O Norte, sobre denúncia de calúnia, difamação, injúria e ameaça, envolvendo vice-prefeito da cidade de Goiatins.

    O nome da servidora comissionada é Neusilene Arruda Campos, 35 anos, que atualmente trabalha no Ministério Público do Estado, na cidade de Araguaína. A denúncia aponta três acusados, entre eles, Antônio Luiz Pereira Silveira, Oficial de Justiça que já ocupou o cargo de vice-prefeito na cidade de Goiatins.

    Uma observação constatada pelo Portal O Norte que teve acesso a cópias do processo que incrimina os acusados é o fato dos mesmos, terem uma ficha suja na Justiça. As certidões de antecedentes criminais estão anexadas ao Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) aberto por Neusilene Campos.

    De acordo com relatos da servidora, ela foi humilhada publicamente e na presença de sua família por três cabos eleitorais do atual governador Siqueira Campos (PSDB) que no momento ameaçaram-na entre outras coisas de conseguir demiti-la do emprego a qual era contratada pelo Estado.

    Entenda o caso
    O episódio aconteceu no dia 5 de outubro de 2010, após as eleições. Segundo Neusilene, naquela noite ela havia saído para jantar com seu marido na época e dois filhos menores em um restaurante conhecido da cidade e que antes mesmo de sentar-se à mesa ela foi surpreendida com ofensas verbais por parte de João Assis Coelho, Marcílio Gomes de Sousa e o ex-vice-prefeito, Antônio Silveira.

    Diante da agressão em local público, Neusilene Campos disse apenas que conversaria depois em outro local sobre esse assunto, mas os envolvidos insistiam em dar continuidade à humilhação. Tal atitude deixou a vítima bastante constrangida: "Eu estava num local público com minha família e foi vergonhoso ver meus filhos presenciarem esse absurdo, além disso tinha muita gente no local", diz ela.

    Neusilene afirma que foi humilhada e agredida com palavras de baixo calão proferidas pelos acusados e que por diversas vezes durante a discussão o ex-vice-prefeito de Goiatins, Antônio Silveira, repetia que ela perderia o emprego no Estado pois “quem mandava no poder agora eram eles”.

    O senhor oficial de justiça [Antônio Luiz Pereira Silveira], disse que após o dia primeiro de janeiro de 2011, posse do atual governador Siqueira Campos, eu estaria na rua e não trabalharia mais”. A ameaça, segundo ela, foi cumprida.

    Neusilene afirma que de fato, após o episódio, foi demitida de seu trabalho comissionado no qual permaneceu contratada durante cerca de 8 anos: “Fui incluída na lista dos mais de 15 mil comissionados que perderam seu emprego no início deste ano”.

    Segundo Neusilene o caso de agressão pode ter motivação política, explicando que naquela cidade, trabalhou por cerca de dois anos na Astos FM, a única rádio comunitária de Goiatins e apresentava o programa “Encontro Marcado”, onde realizava entrevistas com personalidades do município e do Estado e fazia um trabalho social junto à comunidade: “Ajudava muitas pessoas, que às vezes escreviam cartinhas pedindo ajuda para problemas de doenças ou querendo cestas básicas”, exemplificou Neusilene.

    Além disso, a radialista divulgava notícias de denúncias sobre as problemáticas que envolvia o Poder Municipal e na cidade sua imagem pública havia conquistado muitos admiradores em meio à comunidade que já cogitava seu nome como futura prefeita da cidade. Portanto, Neusilene Campos afirma que provavelmente o ciúme político pode ter motivado o conflito com o ex-vice-prefeito e consequentemente a ação dos envolvidos.

    A radialista explica que apesar da perseguição por parte do ex-vice-prefeito, conseguiu retornar ao serviço público com o aval do Procurador Geral de Justiça do Estado, Clenan Renault de Melo: “Graças a Deus tem pessoas que reconhece a competência do meu trabalho e eu pude voltar para minha função onde trabalhei por tantos anos”, diz.

    Consequências
    Após o fatídico episódio, a servidora pública conta que sua vida mudou drasticamente, inclusive seu casamento foi destruído: “Não tive o apoio de meu então esposo que é primo do vice-prefeito, ele dizia que não queria se envolver na questão, então meu casamento de 19 anos acabou e eu tive que me mudar da minha própria cidade, deixei pra trás um trabalho que eu amava e minha casa, tudo por culpa desse acontecimento”, desabafa.

    Residindo em Araguaína atualmente, Neusilene Campos, após o fim do relacionamento ocasionado pelo fato relatado, faz tratamento psicológico e também tem acompanhamento psiquiátrico além de tomar remédios para controlar seu estado depressivo.

    Apesar das dificuldades enfrentadas ela diz ter esperança de superar a dor e ressentimento que tanto a incomoda: “Hoje eu apenas sobrevivo, ele [o ex-vice-prefeito] tentou destruir a minha vida, mas com fé em Deus e ajuda das pessoas que me apoiam, que graças a Deus são muitas, eu vou conseguir vencer”, diz emocionada.

    O acordo
    Diante dos fatos relatados, a vítima deu início a um processo criminal contra os três autores e através de um Termo Circunstaciado de Ocorrência (TCO) registrado em 28 de outubro de 2010 com o processo nº 2010.0010.3697-0/0, deu início a uma briga judicial.

    A intenção inicial de Neusilene Campos era de processar os acusados de acordo com o artigo 138, 139, 140 e 147 do CPB (calúnia, difamação, injúria e ameaça). Todavia, ela mudou seu posicionamento.

    Na audiência de conciliação ocorrida no dia 7 de dezembro de 2010, foi feito um acordo financeiro, antes mesmo de mover uma ação por danos morais cíveis.

    Com base nos documentos anexados ao processo, o Oficial de Justiça e ex-vice-prefeito, foi condenado a lhe pagar R$ 4 mil reais, João Assis realizou um acordo de R$ 3 mil reais, enquanto Marcílio Gomes ainda terá que comparecer a outra audiência programada para dia 9 de junho de presente ano para definir o valor a ser pago.

    O arrependimento
    Entretanto, Neusilene Campos, afirma que se arrependeu da decisão de fazer o acordo com os acusados justificando que no momento ela não estava em condições de tomar uma decisão acertada. Ela explica ainda que as conseqüências foram graves e diz que “o valor acordado é irrisório diante de todo o constrangimento e problemas que causou a mim e minha família” e acrescenta “Nenhum valor do mundo paga o que eu estou passando”.

    Agora mais consciente do caso, Neusilene Campos afirma que decidiu retomar a questão e como forma de reparar seu erro ela quer levar o nome do ex-vice-prefeito, Antônio Silveira ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

    Ela alega que o ex-vice-prefeito na posição de alguém público e principalmente pelo fato de ser um servidor do Judiciário, deveria dar o devido exemplo à população. A servidora ainda afirma que lamenta não poder fazer o mesmo com os outros envolvidos, já que nenhum deles é serventuário da Justiça.

    De acordo com Neusilene na entrevista concedida, um fator muito importante no processo foi o que a motivou em retomar o caso contra o vice-prefeito. Segundo ela, no TCO consta um “abaixo-assinado de repúdio” contra a ação dos acusados.

    A radialista e servidora comissionada, explica que entre as pessoas que assinaram o documento estavam vereadores do município e de acordo com ela algumas pessoas que o assinaram foram ameaçadas posteriormente pelo vice-prefeito: “Ele foi na casa de algumas pessoas e tentou coagi-las por estarem na lista e eu tenho como provar. Isso é um absurdo, se observarmos que o fato partiu de um Oficial de Justiça. Temos que dar um basta nisso!”, protesta. Um trecho do documento deixa claro o repúdio e indignação das pessoas que o assinaram:

    Ficamos horrorizados em saber que uma pessoa que se diz servidor da Justiça, outro que se diz funcionário público municipal e por último outro que presta serviço no município, atacaram de forma covarde a moral e a honra dessa senhora diante de seus filhos menores e grande número de pessoas, deixando nós, goiatinenses, perplexos”.

    Finalizando a entrevista, Neusilene Campos inconformada com o fato de o ex-vice-prefeito poder escapar impune da questão afirmou com convicção à nossa equipe que irá até as últimas instâncias para conseguir uma punição severa ao Oficial de Justiça e ex-vice-prefeito de Goiatins. “Já que só posso recorrer contra o vice prefeito, eu vou até o fim porque ele não pode sair impune dessa, estou fazendo isso não só por mim, mas para que nenhuma outra pessoa possa passar por um constrangimento como esse. isso eu não desejo a ninguém”.





  • Projetos do Executivo são novamente retirados da pauta por falta de esclarecimentos

    MAIS DETALHES - 03.05.11 15h00

    Luidiniz Brito
    Da Redação

     

    Nesta terça-feira, 03, a Câmara Municipal de Araguaína tratou sobre regularização de lotes e doação dos mesmos pela prefeitura e a respeito da legalização das prestações de contas da FUNAMC (Fundação de Atividade Municipal Comunitária). Aproveitou também para prestar uma homenagem ao Dia Mundial da Liberdade de Imprensa e ao Dia do Parlamento, comemorado nacionalmente.

    Comemoração
    Hoje, 03 de maio, comemora-se o Dia Mundial da Imprensa. A data foi lembrada pelos representantes do Legislativo da Câmara Municipal de Araguaína.

    O Dia do Parlamento também é comemorado hoje e a principal função do Parlamento é criar leis garantindo dignidade aos cidadãos. As câmaras municipais desempenham este papel, além de fiscalizarem os trabalhos das prefeituras.

    Reconhecendo o valor da imprensa, o presidente da Câmara Municipal de Araguaína, Elenil da Penha (PMDB) verbalizou sua opinião: “Se não fosse a imprensa, como as pessoas saberiam o que estamos discutindo? A imprensa possibilita que as pessoas, na sua casa, tenham acesso à informação.”

    Regularização e doação de lotes
    Os vereadores da Câmara Municipal de Araguaína discutiram nesta terça-feira sobre a regularização de lotes e doação dos mesmos aos seus ocupantes atuais, nos bairros: São Francisco, Setor Brasil e Cimba.

    Um projeto encaminhado à Câmara pela prefeitura visa doar alguns lotes localizados nos bairros já citados. Todavia, pela falta de explicações mais detalhadas foi criticado pelos vereadores.

    Jorge Frederico (PMDB) disse que pedirá vistas ao projeto. Enquanto Gerônimo Cardoso (PMDB) alertou que tal atitude não resultará em nada. Visto que a Câmara já solicitou a listagem das pessoas beneficiárias. No entanto, até agora o Poder Executivo, interessado na aprovação, não atendeu ao pedido.

    “O projeto não diz quem serão os beneficiários. Eu fico contrariado com as pessoas que fazem pouco caso da gente. Eu quero ao menos que o município apresente a listagem dos beneficiários. Parece que eles têm medo que a gente saiba.” Disse Gerônimo Cardoso, demonstrando toda sua indignação.

    Em decorrência desses questionamentos o vereador Mané Mudança (DEM), líder do prefeito Valuar de Sousa Barros (DEM), solicitou a retirada do projeto da pauta para, posteriormente, trazer a listagem dos beneficiários das doações e foi devidamente atendido.

     
    Legalização das prestações de contas da FUNAMC
    Outro projeto também foi retirado de pauta a pedido de Mané Mudança, o que trata da legalização das prestações de contas da FUNAMC.

    A FUNAMC (Fundação de Atividade Municipal Comunitária) realiza ações sociais junto à população carente. Como: entregas de cestas básicas, passagens e atendimento em velórios. Além disso, disponibiliza assistência técnica para a implantação de programas de desenvolvimento comunitário às entidades, grupos e membros da comunidade.

    Pretendendo legitimar o trabalho executado pela FUNAMC o vereador Mané Mudança defendeu o projeto da prefeitura, que intenta efetivar a legalização das prestações de contas feitas pela FUNANC.

    Entretanto, os vereadores pediram mais detalhamento do projeto, pois não entendiam o porquê de se regulamentar as contas da fundação dos últimos 13 anos, portanto, desde 1998.

    O porquê da retirada dos projetos da pauta
    “Retiramos os projetos por entendermos que o parlamento concorda e discorda. E pares da casa discordaram da forma como viram os projetos. Eu não quero me confrontar com meus pares, que tem me respaldado em outros projetos, que foram aprovados.” Explicou Mané Mudança ao Portal O Norte.

    Conforme informou o vereador isso foi feito para que o projeto retorne sem erro à Câmara. Desse modo, seria aprovado por unanimidade, acredita.
     

  • Vereadora promete não sossegar enquanto Maternidade não cumprir Lei do Acompanhante

    REPERCUSSÃO - 03.05.11 08h01

    Daniel Lélis
    Da Redação


     

     
    Em reportagem publicada no dia 20 de abril, o Portal O Norte mostrou que segundo denúncias, o Hospital e Maternidade Dom Orione (HDO) estaria descumprindo a Lei do Acompanhante (Lei nº 11.108/05), que prevê que toda parturiente tem direito a presença de um acompanhante durante o trabalho de parto e pós-parto imediato.

    Na ocasião, o site revelou que um pai que desejava acompanhar a esposa grávida durante o parto foi impedido pela maternidade sob a justificativa de que somente mulheres poderiam fazê-lo, uma vez que a privacidade das outras gestantes ficaria comprometida com a presença de um homem.

    Ainda segundo ele, que na época preferiu não se identificar, o hospital num primeiro momento afirmou que o acompanhamento era completamente inviável, só mudando de posição e apresentando a possibilidade de realizá-lo depois que este apresentou a lei que o prevê. (Leia a matéria na íntegra aqui)

    Providências
    Em entrevista exclusiva à nossa equipe de reportagem, a vereadora Terezona (PR) comentou a denúncia e afirmou que já tomou providências com relação ao fato. De acordo com ela, foi feito um requerimento no dia 18 de abril convidando a Drª Wallyde, diretora técnica do HDO, para falar das normas do hospital referentes à aplicabilidade da Lei do Acompanhante.

    A vereadora ressaltou que até o presente momento o hospital não ofereceu qualquer resposta, e que a partir desta semana, na hipótese de o HDO permanecer omisso, estará se dirigindo até ele para conversar com a responsável no sentido obter os devidos esclarecimentos.

    Adaptação?
    Terezona contou ainda que tomou conhecimento da postura do HDO frente à Lei do Acompanhante porque um vizinho que gostaria de acompanhar a esposa durante o parto não pode fazê-lo em razão da negativa do hospital.

    A vereadora afirma que na época foi até a Maternidade, munida da Lei nº 11.108, para cobrar explicações a respeito e que, apenas depois de pressionar a instituição, é que esta permitiu o acompanhamento. Com a ressalva de sempre: somente mulheres podem acompanhar a parturiente durante o parto.

    Conta Terezona: “a justificativa do HDO foi a de que a maternidade ainda estaria se adaptando ao que determina a Lei do Acompanhante. Agora eu pergunto: cinco anos depois que a regra entrou em vigor ainda estão se adaptando.?A lei existe para ser cumprida e nós não vamos sossegar enquanto o hospital não fazer o que ela manda”, assegurou a vereadora.

    Repercussão
    Após a publicação da denúncia, em meados de abril, o vereador Gideon Soares (PMDB) também prometeu analisar a denúncia contra a maternidade: “É preciso fiscalizar se o HDO cumpre ou não o que determina a Lei do Acompanhante, pois se não fazê-lo cabe denúncia junto ao Ministério Público”, afirmou ele em entrevista.

     

  • Academia grátis para idosos poderá se tornar realidade em Araguaína

    SAÚDE DO IDOSO - 27.04.11 08h13

    Luidiniz Brito
    Da Redação

     

    O vereador Aldair da Costa, Gipão (PR), apresentará na próxima segunda-feira, 2 de maio, projeto à Câmara dos Vereadores, propondo academias grátis nas unidades de saúde da cidade e em entrevista exclusiva ao Portal O Norte.

    Sobre o Projeto
    Segundo o vereador, o texto do Projeto está em processo de elaboração, porque faltam alguns detalhes para viabilizá-lo mas destaca: “É provável que segunda ele já entre para as Comissões, que verão o lado jurídico, o lado da constitucionalidade do projeto”, disse o vereador.

    Entre as justificativas para a efetivação do projeto está o fato de que muitos idosos realizam atividades físicas de maneira inadequada e em locais inapropriados.

    O projeto visa, portanto, implantar em unidades de saúde de Araguaína, academias para os idosos onde os mesmos serão acompanhados por um educador físico, um fisioterapeuta e um psicólogo.

    O vereador salienta que a oportunidade de realização de forma adequada das atividades físicas por parte dos idosos trará saúde e vitalidade a eles: “Acredito que além de melhorar a qualidade de vida, esta ação vai levantar o astral dos nossos idosos”, afirma.

    Gipão explica que segundo prevê o projeto, o idoso que desejar frequentar a academia, deverá preencher um cadastro e além disso, a equipe médica da unidade também indicará pacientes que necessitarem de acompanhamento.

    Custos
    Questionado a respeito do custo para a implantação das academias,Gipão explica que ainda está realizando um levantamento minuncioso, mas adianta que o valor poderá chegar a R$ 70 mil reais por unidade de saúde.

    Como idealizador da proposta e intentando apoio, o vereador Gipão tendo em vista os valores a serem investidos no projeto, sugere um caminho para ser adotado pela prefeitura de Araguaína: “Se o município não tiver condições de fazer em todas as unidades, que façam apenas em quatro. Com isso, mesmo não sendo o ideal, idosos de várias regiões da cidade seriam atendidos", pontua.

     

  • Dimas comparece à Câmara, fala de projetos mas não apresenta nada de concreto

    INTERROGAÇÃO - 25.04.11 17h40

    Alessandro Sachetti
    Da Redação

     

    Na manhã desta segunda-feira, 25, a sessão da Câmara Municipal de Araguaína recebeu a visita do secretário das Cidades e Desenvolvimento Urbano do Tocantins, Ronaldo Dimas. A sessão também contou com a presença de alunos do curso de direito, administração e serviço social da ITPAC (Instituto Tocantinense Presidente Antônio Carlos), que vieram acompanhar o trabalho dos vereadores neste começo da semana.

    O secretário Ronaldo Dimas foi recebido avidamente pelos vereadores e pelo público presente, inclusive por um grupo de moradores do setor Vitória que compareceram à Câmara ostentando cartazes com cobranças e pedidos de melhorias ao secretário, principalmente na questão da regularização fundiária daquele setor.

    Os vereadores agradeceram a presença do secretário e aproveitaram a oportunidade para cobrar informações referentes aos trabalhos realizados pela secretaria das Cidades e Desenvolvimento Urbano estadual.

    O vereador Mané Mudança, líder do prefeito na Câmara, cobrou do Secretário maior participação do governo nos problemas de Araguaína e disse esperar que se crie uma parceria entre o governo e o município, independentemente da atual gestão municipal não ter apoiado o governo estadual durante o último pleito eleitoral.

    Crítica
    O vereador Jorge Frederico, no uso da palavra, cobrou do secretário Ronaldo Dimas, investimentos na cidade para que sejam, cada vez mais, abertas as portas para indústrias geradoras de emprego e criticou, veladamente, a entrega de cestas básicas, que segundo ele é medida paliativa, ou seja, não resolve, o vereador finalizou dizendo: “Espero que a política utilizada para Araguaína seja a de geração de empregos e não a política de doação de cestas básicas, pois a população precisa de empregos”.

    Recursos
    O secretário Ronaldo Dimas, discursou sobre os problemas não só de Araguaína, mas de todo o Estado, falou sobre as estradas e ruas esburacadas, sobre a falta de atendimento médico e disse que este não é um problema só de Araguaína. O secretário disse que existem verbas para inúmeras melhorias e que grande parte dessas verbas estão indisponíveis hoje por conta da burocracia do sistema, ou seja, as verbas que são destinadas ficam “presas” aos projetos até que os mesmos sejam executados, essas verbas não podem ser utilizadas para outros fins.

    O maior problema segundo ele é que existem projetos emperrados desde 2002 e inúmeros outros desde então também emperrados, ele explicou: “Temos mais de 340 milhões que estão sem a utilização devida, projetos emperrados desde 2002 que não foram concluídos e aplicados. Por conta disso esse dinheiro está indisponibilizado e trabalhamos a viabilização desses projetos para que essas verbas sejam finalmente utilizadas. O que ficou é passado, o que importa é daqui pra frente e esse é o trabalho que vem sendo realizado pelo governador Siqueira Campos

    Feirinha
    Existem também projetos da pasta do secretário Ronaldo Dimas que estão atrelados a projetos sociais, ou seja, são projetos de reestruturação na arquitetura da cidade que geram benefícios sociais, um desses projetos trata da reestruturação e reorganização da região onde hoje se encontra a Feirinha, região essa que é conhecidamente foco de uso de drogas e prostituição na cidade: “Esse é um problema social gravíssimo e antigo. O projeto já está pronto e irá reorganizar e reestruturar toda feirinha, projeto esse que será divulgado pelo governador Siqueira Campos quando ele entender que é o momento adequado para isso” completou o secretário.

    Pavimentação
    Ronaldo Dimas também disse que serão empregados 15 milhões de reais na pavimentação de setores de Araguaína que hoje não tem asfalto, no caso específico, o setor Maracanã e o setor Itaipu, obras essas que, segundo ele, devem ser iniciadas em breve e também beneficiarão os setores vizinhos. “Serão 15 milhões de reais a serem aplicados em Araguaína para pavimentação de dois setores, entre eles praticamente a totalidade do setor Maracanã e também a pavimentação do setor Itaipu. Na verdade serão beneficiados outros setores, adjacentes a esses, pois, não há como pavimentar um setor em sua totalidade sem adentrar outros setores, até para que a durabilidade dessa pavimentação seja muito maior” explicou.

    Recuperação de ruas
    Como foi questionado sobre os problemas das ruas de Araguaína, o secretário respondeu que não é de obrigação do estado recuperar as ruas da cidade. Essa responsabilidade, segundo ele, é da gestão municipal e o papel do Estado é apoiar os municípios na busca por recursos mediante projetos e propostas e argumentou: "O que faremos é dar apoio e buscarmos, juntos, projetos e propostas para a solução desses problemas em cada município” explanou, eximindo sua pasta da responsabilidade da recuperação da malha viária dentro dos municípios.

    Setor Vitória
    Em resposta aos moradores do setor Vitória que compareceram à Câmara com cartazes pedindo ajuda na regularização fundiária, Ronaldo Dimas foi direto em suas palavras e disse: “Quero dizer aos moradores do setor Vitória que estamos buscando a solução dos problemas de vocês em parceria com município para resolver a regulamentação, existe o problema na documentação e estamos averiguando quem é o real proprietário daquela área. Não é uma medida rápida, mas tenho certeza que vamos viabilizar essa regularização fundiária”.
     

  • Marzola afirma que Faet perderá mais de R$ 4 milhões caso Kátia seja eleita

    ELEIÇÃO FAET - 14.04.11 08h37

    Tony Veras
    Da Redação


    A eleição da Federação da Agricultura do Estado do Tocantins (FAET) que está prevista para acontecer no próximo dia 04 de maio tem gerado bastante polêmica. Na última sexta-feira, 08, foi o prazo final para o registro das chapas que disputarão a presidência e a disputa promete ser bastante acirrada entre a chapa comandada pelo atual presidente da FAET, Júnior Marzola e a da senadora Kátia Abreu que também é presidente da Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária do Brasil CNA.

    O candidato Marzola que registrou 31 membros em sua chapa afirma ter o apoio de 21 votos e aponta que a eleição da senadora poderia prejudicar financeiramente a federação. Já Kátia Abreu que registrou sua chapa com 22 membros, limite mínimo permitido pelo estatuto da federação, em entrevista a outros veículos afirma contar com o apoio de 19 sindicatos rurais.

    Contradições
    Semana passada em coletiva a senadora negou qualquer possibilidade de composição com Marzola apontando o desinteresse das partes no acordo de candidatura única.

    Marzola, em entrevista concedida ao Portal O Norte, rebate a colocação da senadora alegando que a proposta foi feita, porém a senadora recusou: “Ela não aceita, não quer discutir nem conversar. Fizeram reunião, sugeriram um terceiro candidato, mas a senadora fechou a questão: é ela, ela e ela”.

    Marzola destaca que só decidiu disputar a reeleição da FAET, motivado pelo grupo que o apoia: “Eu na verdade nem seria candidato, mas acontece que o grupo que a gente tem não aceita esse tipo de intolerância (Falando ainda do posicionamento da senadora)”.

    O presidente da FAET aponta em entrevista a falta de tempo da senadora para presidir a federação como sendo um fator negativo em sua candidatura e justifica: “Ela já é senadora, presidente da CNA tem várias obrigações a cumprir mas mesmo assim quer disputar” e acrescenta “Ela quer é poder político, um encosto no Estado depois ir embora e deixar o vice-presidente assumir. Essa é a realidade”.

    Fator Impeditivo
    Marzola ainda observa que “o fato de Kátia Abreu estar exercendo cargo político é outro sério fator negativo caso ela seja eleita presidente”, observa o Marzola, referindo-se ao que está previsto no artigo 299 do Código Penal em conjunto com o artigo 18, inciso 4°, da Portaria Interministerial N°127/2008, do Ministério do Planejamento, Ministério da Fazenda e da Controladoria Geral da União, que proíbe detentores de mandato eletivo de pleitearem recursos federais, estando à frente de entidades de classe.

    O presidente ressaltou ainda que evitou a todo custo incluir políticos em exercício na sua chapa: “Vários políticos efetivos pediram pra entrar, tanto do lado da situação quanto da oposição. Infelizmente eu não pude colocar ninguém porque é um fator impeditivo”, explica.

    Prejuízos financeiros
    Relacionado às possíveis perdas financeiras que a federação poderá ter com a eleição da senadora Kátia Abreu, Marzola estimou que a FAET perderia mais de R$ 4 milhões já adquiridos através de emendas parlamentares.

    Receitas e convênios
    Questionado a respeito de recursos da FAET, marzola esclarece que oitenta por cento (80%) da renda da federação são frutos de convênios.

    Para demonstrar a dificuldade de repasse de recursos quando um membro diretor está exercendo um cargo político, Marzola destaca que recentemente fez um convênio com o Governo Federal de um milhão de reais, através do Ministério da Agricultura, porém a federação foi impedida de recebê-lo: “Pelo fato de a senadora estar exercendo cargo político e ser vice em minha chapa, a Faet não pôde receber o recurso e eu tive que repassar esse convênio de outra forma para os sindicatos”.

    No que diz respeito à receita anual da FAET, Marzola não soube comentar sobre valores, mas esclareceu que a arrecadação é dividida entre os sindicatos e alega que apesar da arrecadação ser expressiva “o que sobra para a federação sem os convênios é muito pouco”.

    Possível reeleição
    Tecendo sobre sua possível reeleição, Marzola é confiante em afirmar que sua chapa tem total condição de ser eleita: “Eu tenho a promessa de 21 votos e estou acreditando nesse número, até porque os que dizem me apoiar não têm motivo algum pra dizer que está do meu lado sem realmente estar” e completa “Eu não tenho interesses pessoais nesse resultado como Kátia. Meu interesse é de continuar representando minha classe, não de tomar pra mim a federação da agricultura, ninguém é dono de nada. Vamos enfrentar com tranqüilidade, com um bom nível de discussão”.









  • Vereador culpa o Estado pelo aumento da criminalidade em Araguaína

    INSEGURANÇA - 12.04.11 19h18

    Alessandro Sachetti
    Da Redação

     

    O presidente da Câmara de Vereadores de Araguaína, Elenil da Penha (PMDB), nesta terça-feira, 12, recebeu em seu gabinete a equipe de reportagem do Portal O Norte para, em entrevista exclusiva, comentar, de acordo com sua análise, o trabalho da Polícia Militar, do Estado e do município no que se refere à segurança pública em Araguaína.

    Elenil da Penha, elege como um dos maiores problemas para a onda de violência que vem atingindo a sociedade araguaínense a falta de contingente policial nas ruas e explica: “Nós temos bons policias, pelo que vejo são policiais que têm boa formação. Talvez a nossa maior dificuldade seja pelo tamanho da cidade e o que a cidade apresenta em termos de demanda. A PM não tem o contingente necessário para resolver aquilo que a população tanto espera no policiamento ostensivo. Consequentemente isso está gerando uma série de problemas, o Estado não está dando conta de garantir a segurança pública em função da quantidade de policias que nós temos”.

    Crescimento acelerado
    Segundo o vereador, o crescimento acelerado da cidade nos últimos anos não pode ser usado como desculpa para falta desse contingente, pois, é de obrigação do governo estadual acompanhar e registrar o crescimento populacional, para que assim atribua novos postos policias e um número maior de policiais no patrulhamento cotidiano, além da falta de ações dos órgãos competentes para implantação de projetos e programas sociais: “Acredito que o Estado não acompanhou o crescimento, faltam policias, faltam outros instrumentos necessários para resolver esse problema, além de problemas que nós temos de ordem de políticas públicas e isso tem afetado diretamente a vida da população no aspecto das mais diversas violências cometidas contra a população”.

    Operações da polícia
    Ainda sobre o trabalho desenvolvido cotidianamente pelo Polícia Militar, o presidente acredita que as operações realizadas, em destaque para a Operação Guardião I e II, resolvem, mas que apenas isso não resolve todo o problema e comenta: “Resolve, toda ação da Polícia Militar é bem-vinda e nós observamos que os policias que estão trabalhando, como todo comando que tem passado por Araguaína tem se depreendido para trabalhar, o que falta realmente são as condições do Estado de proporcionar as condições de trabalho adequadas. Um exemplo, nós temos hoje um trabalho da própria Polícia Civil e militar na feirinha, agora faltam políticas públicas, não basta apenas levar a polícia até os locais de maiores ocorrências. Tem o problema dos cidadãos que estão drogados, isso é um problema de saúde pública. Aquele cidadão é conduzido até a delegacia de plantão, ele, enquanto usuário de drogas, está doente e o que fazer com ele? São situações em que o Estado e o município tem que imediatamente tomar providências”.

    Solução, feirinha e Araguaína
    Elenil da Penha explanou sobre a necessidade de projetos que tragam melhoras reais a médio e longo prazo, segundo ele não basta apenas policiamento, é preciso dar oportunidade a essas pessoas que vivem à margem da criminalidade, para que possam vislumbrar melhoria em suas vidas, para que deixem de habitar por estes locais onde estão à mercê do crime, do tráfico e da prostituição e completa dizendo que existem outras situações periclitantes no município e que precisam ser solucionadas também: “A solução vai no aspecto social e de infra-estrutura. É preciso fazer um trabalho para melhorar aquela região, fazer a duplicação da avenida Filadélfia, verificar os casos de questões sociais, onde entra a saúde, a Promoção Social do Estado e do município. Nós temos jovens senhoras que, muitas vezes, estão ali ganhando dinheiro na prostituição, é algo a ser trabalhado. Pensar de que maneira o Estado pode proporcionar uma qualificação para esta pessoa sair dessa condição, se é que ela quer sair. São situações que não são fáceis para o Poder Público é preciso agir de alguma maneira, para que possa a ser percebido por eles que lá estão presentes e consequentemente pela sociedade. É preciso ter ação, o que não pode ter é omissão, o que não pode ter é ver as coisas e não fazer. Se tiver uma ação contínua a gente vai diminuindo com o tempo, vai trabalhando na diminuição, ou, como dizem alguns tecnocratas, podemos chegar a um patamar aceitável. É uma ação de médio e longo prazo, não são programas eleitoreiros, são programas de governo. Araguaína é uma região vasta, por exemplo, para fomentação de trabalho análogo ao escravo. Não há problemas só na feirinha, temos a Vila Chambari e outros locais que precisam ser trabalhados. O Poder Público vai ter que se instrumentalizar para dar condições de segurança à sociedade”, finaliza Elenil.

  • Câmara de Araguaína recebe representantes do Sindicato dos Jornalistas

    VISITA - 12.04.11 18h32

    Alessandro Sachetti
    Da Redação

     

    Estiveram presentes na sessão da Câmara desta terça-feira, 12, representantes do SINJOR-TO (Sindicato dos Jornalistas do Tocantins), a visita foi em homenagem ao dia do jornalista, comemorado no último dia 07. Junior Veras, presidente do SINJOR-TO, discursou explicando que a luta ela obrigatoriedade do diploma de jornalismo para o exercício da profissão de jornalista continua e tem apoio de diversos integrantes do Legislativo nacional, inclusive dos três senadores tocantinenses.

    Música no plenário
    Também houve a apresentação do compositor e cantor de MPB Marcos Ruas, radicado em Tocantins há 21 anos, que tocou duas músicas, uma delas de autoria de Geraldo Vandré chamada “Rosa flor” e também a música “Vide vida marvada” de autoria de Rolando Boldrin, essa foi a forma encontrada pelo SINJOR-TO homenagear e também, para que não passasse em branco o dia 07 de abril, dia nacional dos jornalistas.

    Outras atividades
    As demais atividades da Câmara transcorrem normalmente, dentro da formalidade corriqueira, com aprovação de requerimentos dos vereadores que tratavam do cotidiano da cidade, como recuperação de ruas, limpeza de lotes, instalação de lixeiras, abertura de ruas, reposição de iluminação pública e moção de aplauso ao Sr. Alberto Gomes da Silva, diretor do Hospital Regional de Araguaína, pelos relevantes serviços prestados à comunidade araguaínense.
     

  • Gerônimo classifica Secretaria de Nahim Halum como “à toa e malandra”

    POLÊMICA - 11.04.11 13h31

    Alessandro Sachetti
    Da Redação


    Na sessão da Câmara dos Vereadores da manhã desta segunda-feira, 11, o vereador Gerônimo Cardoso (PMDB), no uso da palavra, citou o relatório das ações desenvolvidas pela Secretaria de Indústria, Comércio e Turismo. O relatório foi motivo de chacota pelo vereador, que em tom irônico, ao fazer a leitura das ações da citada Secretaria no ano de 2011, classificou-as como desnecessárias e inconclusivas, além de, segundo ele, não serem ações que trazem crescimento ou qualquer outra vantagem ao município: “A Secretaria de Indústria, Comércio e Turismo deveria chamar-se Secretaria à toa e malandra do município de Araguaína. Isso é uma vergonha! O gasto dessa Secretaria, para termos uma ideia, com salário de funcionários gasta-se mensalmente R$ 14.400,00, o salário do secretário é de R$ 8.000,00. Apesar da grande arrecadação do município, a sensação que se tem é que o dinheiro está indo pelo ralo. O secretário estaria negociando publicidade para sua empresa local. Ou colocamos gente quem trabalha ou extinguimos essa Secretaria que nada faz. É uma vergonha recebermos um relatório desse porte de uma Secretaria tão importante. O Turismo em Araguaína hoje é para que as pessoas conheçam como uma cidade tão rica pode ser tão mal administrada. E parece que o prefeito nada vê”, apontou o vereador.

    Diário Oficial Online
    Foi aprovado em 3ª votação e por unanimidade o projeto de nº 014/011 que rege a criação da Imprensa Oficial Municipal online. Como esta 3ª votação é a última e definitiva aceitação pela Câmara, o projeto volta para o Executivo com as alterações formuladas pelos vereadores Soldado Alcivan (PP) e Divino Bethânia Jr. (PP) em forma de emendas e espera agora a sanção ou veto do prefeito Valuar Barros (DEM).

    Projeto Família Acolhedora
    Foi colocado em discussão o projeto de nº 017/011, que trata da “Guarda temporária subsidiada de criança e adolescentes – Família Acolhedora”, este projeto é de autoria do Executivo Municipal. A pedido do presidente da Câmara, vereador Elenil da Penha (PMDB), o projeto foi encaminhado para as comissões competentes e deve passar por análise do Procurador Jurídico da Câmara Municipal, para então voltar à discussão na próxima semana.

    Aumento salarial para rede municipal de ensino
    Como noticiado em primeira mão pelo Portal O Norte, foi discutido o requerimento de nº 247/011 que trata de aumento salarial e reestruturação administrativa dos professores da rede municipal de ensino (Leia a matéria aqui). O requerimento foi retirado da pauta pelo seu autor, o vereador Jorge Frederico (PMDB), para que seja reapresentado na próxima sessão, contendo os valores exatos dos aumentos sugeridos pelo autor.

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