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Inspetor da Adapec é preso durante operação nacional da PF

16/05/2017 10h16 | Atualizado em: 17/05/2017 12h06
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Divulgação

A ex-superintendente do Ministério da Agricultura no Tocantins, Adriana Carla Floresta Feitosa é um dos alvos da operação "Lucas" da Polícia Federal, que investiga corrupção envolvendo servidores do órgão e frigoríficos. Ao todo, 10 mandados de prisão estão sendo cumpridos nesta terça-feira (16), sendo que oito são no Tocantins. Dois deles são contra Adriana e o marido dela.

Cerca de 120 policiais federais cumprem 62 mandados judiciais no total, sendo 10 prisões temporárias, 16 mandados de condução coercitiva e 36 mandados de busca e apreensão, nos estados de Tocantins, Pará, São Paulo, Pernambuco e Distrito Federal. A informação inicial era que a operação também se estendia ao Maranhão, mas a PF confirmou que o estado não é alvo. Segundo a PF, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e indisponibilidade de bens nos valores de R$ 2,2 milhões.

A PF disse que a investigação começou após denúncias de que frigoríficos e empresas de laticínios teriam sido favorecidas em processos administrativos. No Tocantins, a PF faz busca e apreensão em frigoríficos nas cidades de Araguaína, Gurupi, Palmas, Augustinópolis e Paraíso do Tocantins.

Investigação

As investigações preliminares da Polícia Federal apontam que a ex-superintendente do Ministério da Agricultura no Tocantins Adriana Carla Feitosa recebia uma espécie de mesada de empresas fiscalizadas para bancar "despesas familiares" dela, do marido e de dois filhos.

Na conta pessoal dela, a investigação identificou a diferença de mais de 200% do declarado no imposto de renda. Também foi detectado que o esquema criminoso movimentou cerca de R$ 3 milhões, entre os anos de 2010 a 2016.

Araguaína

Entre os mandados cumpridos na região Norte do Estado, 4 foram de conduções coercitivas e um de prisão, tendo como alvo, Dawes Rodrigues Sousa Lima, ex-fiscal do Ministério da Agricultura que atualmente trabalhava como inspetor da Adapec. Ele recebeu voz de prisão em sua residência no setor Anhanguera. Todos foram levados para a sede da PF em Araguaína.

Lucas

A operação foi batizada de Lucas, conforme a Polícia Federal, em referência à passagem bíblica que diz “não peçais mais do que o que vos está ordenado”. Os suspeitos poderão responder pelos crimes de corrupção passiva e ativa, cujas penas podem chegar a 12 anos de prisão.

Com informações do G1/TO

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