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Delegado ouve envolvido em latrocínio que vitimou peão de rodeio e conclui: "Estamos lidando com um psicopata"

13/07/2017 19h38 | Atualizado em: 13/07/2017 22h53
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Divulgação

Em entrevista coletiva na tarde desta quinta-feira (13), o delegado Bruno Boa Ventura, deu detalhes da operação que resultou na prisão de Dênis Alex Alencar de Brito (22 anos), segundo suspeito preso por envolvimento no latrocínio – roubo seguido de morte – que vitimou o peão de rodeio, Getúlio Santos da Silva (26 anos), no mês passado em Araguaína.

Segundo o delegado, as investigações começaram logo depois do crime. No local os criminosos abandonaram celulares e foi através dele e também de denúncias anônimas que a polícia conseguiu chegar aos autores do crime. O delegado disse que depois de identificar o criminosos passou a monitorá-lo: “Descobrimos que Dênis estava de mudança para Imperatriz e acompanhamos todo o trajeto há uns dois dias”.

Os Policiais Civis de Araguaína contaram com o apoio dos Policiais de São Miguel do Tocantins que em campana próximo ao novo endereço de Dênis deram voz de prisão a ele nesta quinta-feira.

Dênis foi ouvido pela polícia e segundo o delegado ele não demonstrou qualquer arrependimento pelo crime: “Ele não tem compaixão pelos outros, não tem nenhum arrependimento, depois de ouvir ele não preciso ser um psicólogo pra identificar que estamos lidando com um psicopata”.

O delegado destacou que Dênis mentiu em seu depoimento afirmando que não participou efetivamente do crime, mas de acordo com a investigação, provas contundentes e testemunhais apontam o seu envolvimento no latrocínio: “Ele disse que ficou dentro do casso mas as outras vítimas disseram que três pessoas invadiram a residência anunciando ao assalto”.

Apesar de Dênis não ter sido o autor do disparo que matou o peão de rodeio, de acordo com o delegado ele deve responder pelo crime de latrocínio como coautor e se condenado pode pegar até trinta anos de prisão: “Isso fora os outros crimes contra as demais vítimas que devem ser imputados aos envolvidos”.

Outro Assalto

Ainda na coletiva, o relatou que através que através das investigações a polícia descobriu que antes de cometerem o latrocínio, os bandidos tentaram colocar em prática um plano em que eles assaltariam o valor de R$ 40 mil reais de um alvo que por motivos de segurança a polícia não divulgou sua identificação. "Como este plano foi frustrado eles acabaram realizando de forma aleatória este assalto à casa onde estavam os peões". O delegado destacou também, que os três assaltantes que participaram do crime tem várias passagens pela polícia incluindo roubo, porte ilegal de armas e tráfico de drogas.

Entenda o Caso

O peão de Rodeio, Getúlio Santos da Silva (26 anos) natural de Uruá (PA), foi morto com um tiro na cabeça durante um assalto que aconteceu na noite de 14 de junho no alojamento onde ele e outros peões estavam hospedados, a casa fica localizada no setor Jardim Santa Helena, e os peões se preparavam para participar do Rodeio Profissional da Exposição Agropecuária de Araguaína 2017.

Na noite do latrocínio, o autor do disparo que matou Getúlio foi mobilizados pelos colegas do peão e entregues à Polícia Militar que foi acionada imediatamente. Ele foi identificado com Rafael Silva Cavalcante (19 anos), tinha passagem por roubo e havia saído há poucos dias da cadeia.

O comparsa de Rafael conseguiu escapar naquele dia, mas a Polícia Civil deu andamento à ocorrência e começou a investigar o caso, conseguindo hoje prender o Dênis de Brito.

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