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Comissão da OAB acompanhará investigações sobre o caso

13/09/2017 09h45 | Atualizado em: 13/09/2017 12h04
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Divulgação

O presidente da OAB-TO (Ordem dos Advogados do Brasil no Tocantins), Walter Ohofugi, nomeou, nesta segunda-feira, 11 de setembro, os advogados membros da Comissão Especial de Acompanhamento do Caso Danillo Sandes Pereira, 30 anos. Advogado atuante em Araguaína, Danillo Sandes foi brutalmente assassinado no final do mês de julho deste ano.

No fim de agosto, após semanas de muitas investigações, a Polícia Civil prendeu Robson Barbosa Costa, 32 anos, acusado de ser o mandante do homicídio. Conforme a Polícia Civil, Danillo Sandes trabalhava em um inventário da família de Robson e o acusado queria esconder parte do patrimônio para ficar com parcela maior da herança. Danillo Sandes não aceitou e isso acabou motivando o crime.

A comissão nomeada por Ohofugi é presidida por Stephane Maxwell da Silva Fernandes, tem Antonio Neiva Rêgo Júnior como vice-presidente e Letícia Bittencourt como secretária-geral. Além deles, são membros da comissão Anderson Mendes de Souza e João Fernando Nogueira Alves.

O papel da comissão será acompanhar o desenrolar do inquérito, a possível denúncia do Ministério Público e a tramitação da eventual ação penal e da ação civil, auxiliando a Diretoria na indicação dos profissionais que acompanharão as demandas correlatas. A comissão contará com total respalda da OAB-TO e da OAB Nacional para fazer o seu trabalho.

O assassinato de Danillo em razão do exercício correto da sua profissão provocou total comoção no sistema OAB. No dia 31 de agosto, inclusive, a OAB Nacional e a OAB-TO, com apoio da subseção da OAB em Araguaína, promoveram um grande ato em defesa da advocacia na cidade do Norte do Estado. A marcha contou com presença do presidente nacional da OAB, Claudio Lamachia, do vice-presidente, Luís Claudio Chaves, do diretor-tesoureiro, Antônio Oneildo, do comando do sistema de defesa de prerrogativas da advocacia nacional e de seis dos sete presidentes de OABs da Região Norte do País. “A advocacia não vai descansar até que todo o caso seja completamente esclarecido e os responsáveis punidos de forma rigorosa, como determina lei”, frisou Ohofugi.


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