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Apreendidos explosivos que seriam usados em roubo

11/10/2017 10h41 | Atualizado em: 11/10/2017 10h44
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Polícia Civil/Governo do Tocantins
Segundo a Polícia Civil, a quantidade de explosivos apreendida seria suficiente para destruir até três caixas eletrônicos.

A Polícia Civil do Tocantins, por intermédio da Delegacia Estadual de Investigações Criminais (Deic-Palmas), apreendeu, nessa terça-feira, 10, aproximadamente seis quilos de explosivos que estavam em poder de M.R.A.P., de 42 anos, e M.L.B., de 69. Os dois suspeitos foram presos em flagrante por posse de artefato explosivo.

Conforme o delegado Wanderson Chaves de Queiroz, titular da Deic, os suspeitos foram presos no momento em que desenterravam o explosivo em um matagal próximo à Quadra 605 sul. O material apreendido é composto por cordéis detonantes e espoletas e, provavelmente, seria utilizado em crimes de explosão de caixas eletrônicos.

Segundo a apuração da Polícia Civil, M.R.A.P. é esposa de M.A.S., preso pela Deic, acusado de praticar crimes contra agências do Banco do Brasil das cidades de Pium (TO) e Natividade (TO), respectivamente. As investigações apontam que a mulher recebeu ordens do esposo para desenterrar os objetos e repassar ao restante da quadrilha.

Para cumprir a ordem do marido, M.R.A.P. contou com a ajuda de M.L.B. No momento da prisão, os dois investigados e um adolescente de 15 anos, filho da mulher, estavam adentrando o matagal com ferramentas que seriam utilizadas para desenterrar os explosivos.

Diante dos fatos, M.R.A.P. e M.L.B. foram autuados em flagrante pela prática dos crimes de posse de emulsões explosivas e corrupção de menores. O adolescente infrator assinou um Boletim Circunstanciado de Ocorrência (BOC) e foi entregue ao responsável.

O delegado Wanderson Chaves ressaltou que as investigações continuam no sentido de identificar os demais integrantes da quadrilha e afirma que a quantidade de explosivos apreendidas pela Deic seria suficiente para destruir três caixas eletrônicos. “A Polícia Civil está atenta, vigilante e atuando de maneira firme no sentido de investigar, não somente crimes já ocorridos, mas também impedir que ações criminosas, como esta, venham a ocorrer no Estado”, pontuou.

Os explosivos foram encaminhados à Perícia oficial do estado e após análise serão entregues aos especialistas do Grupo de Operações Táticas Especiais (Gote), para que sejam destruídos.

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