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PF investiga empresários, médicos e servidores no Tocantins

07/11/2017 09h22 | Atualizado em: 08/11/2017 13h42
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Nathália Henrique/G1
Polícia Federal cumpre mandados em Palmas durante a operação Marcapasso.

Mais de 300 policiais federais participam nesta terça-feira (07) de uma operação denominada “Marcapasso” que investiga um esquema de corrupção que fraudava licitações no Tocantins. Segundo a investigação o esquema visava a aquisição de medicamentos como órtese, prótese e materiais especiais de alto custo para o sistema de saúde.

A 4ª Vara Criminal Federal de Palmas expediu 12 mandados de prisão temporária, 41 de condução coercitiva contra empresários e 84 mandados de busca e apreensão nos estados do Tocantins, Distrito Federal, São Paulo, Goiás, Paraná, Bahia, Ceará, Pará, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.  

A investigação da PF teve início em maio do ano passado, quando os sócios da empresa Cardiomed foram presos em flagrante por terem fornecido à Secretaria Estadual de Saúde (Sesau) produtos destinados a fins terapêuticos ou medicinais que estavam com prazos de validade de esterilização vencidos. Por causa da suposta adulteração nos produtos, as cirurgias no Hospital Geral de Palmas (HGP) ficaram suspensas.

A empresa foi denunciada pela Sesau depois que funcionários do HGP perceberam que os lacres de validade dos produtos estavam adulterados. Segundo a Secretaria, a empresa fornecia produtos vencidos, mas falsificada a etiqueta colocando outra data de vencimento.

Os materiais eram usados em pacientes que faziam procedimentos no coração, como angioplastias, cateterismos e implantes de marca-passos, no maior hospital público do Tocantins, o HGP.

Com a prisão dos empresários, a polícia descobriu um esquema de corrupção destinado a fraudar licitações do Tocantins, que beneficiava empresas, médicos e empresários do ramo, e ainda funcionários públicos da área de saúde.

As pessoas investigadas poderão responder pelos crimes de corrupção passiva e ativa, fraude à licitação, associação criminosa, dentre outros.

O nome da operação faz alusão a um dos itens mais simbólicos e conhecidos da área de cardiologia, o marca-passo, esse era um dos equipamentos que segundo a polícia, integravam editais fraudados nas licitações.

Com informações do G1/TO

 

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