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Araguaína

Polícia Civil desencadeia nova fase de operação que investiga funcionalismo fantasma no Estado

14/03/2019 09h33 | Atualizado em: 14/03/2019 10h30

Divulgação

A Polícia Civil realiza na manhã desta quinta-feira (14), uma nova fase da "Operação Catarse" que investiga a existência de funcionalismo fantasma no Governo do Estado. 

Ação acontece em Araguaína, Norte do Estado, onde agentes cumprem quatro mandados de busca e apreensão na residência de servidores da Secretaria do Governo do Tocantins. 

A nova fase da operação acontece depois do decreto polêmico do Governo do Estado que limita a atuação de delegados e também da imprensa no âmbito de investigações policiais.

Em coletiva realizada esta semana, o Secretário de Segurança Pública justificou as mudaças e na oportunidade criticou a atuação da polícia em relação à exposição do Palácio Araguaia diante dos registros fotográficos de cumprimentos de mandados de busca e apreensão que mostraram viaturas em frente ao local. 

A Catarse

As investigações da Catarse começaram em dezembro do ano passado. A força-tarefa é um trabalho conjunto de várias delegacias do Estado que investigam casos de danos erários ao poder público. 

A primeira ação foi desencadeada em Araguaína e teve como alvo uma empresária do ramo de hotelaria da cidade. Depois disso, a filha de uma ex-vereadora de Araguaína também foi apontada como investigada na operação. 

A Polícia Civil não parou e após cumprimento de mandados na Secretaria-Geral de Governo, os agentes identificaram indídios da existência de cerca de 300 servidores fantasmas. 

Fraudes em licitações também resultaram em mandados cumpridos na fase que foi denominada "Negócios de Família" envolvendo a Câmara de Vereadores de Porto Nacional, onde a polícia suspeita de que um grupo criminoso desviou cerca de R$ 700 mil reais em recursos.

A operação Catarse também mirou em gabinetes de deputados estaduais e três servidores da Assembleia Legislativa tiveram prisão preventiva decretada. Os funcionários são suspeitos de envolvimento em uma fraude onde assessores tinham que devolver parte dos salários para pessoas ligadas aos parlamentares.  

 

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