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Conheça a história de "Anavitória: dupla de Araguaína que é sucesso com mais de 1 milhão de visualizações na internet

14/01/2016 10h13 | Atualizado em: 14/01/2016 11h29

Divulgação Facebook

Com mais de 200 mil curtidas em sua fanpage no Facebook, a dupla é considerada a "queridinha" de Araguaína.

Da Redação

Na última quinta-feira (07), Jotta Nunes, editor chefe da revista Jfashion e colunista do Portal O Norte, esteve com as lindas Ana Clara Caetano e Vitória Falcão do duo ''Anavitória'' no La Fontana para uma entrevista exclusiva, altos papos, fotos e risadas.

Duas pessoas cobertas de talento e simplicidade que cantam o gênero denominado ‘‘Pop Rural'' e deram união ao duo ''Anavitória'', Ana com 21 e Vitória com 20. Ambas da mesma cidade do interior do Tocantins (Araguaína) onde foram apresentadas por uma amiga em comum justamente por conta da música e nunca mais se ''soltaram''. Em poucos meses, as duas já estavam cobertas de ‘’passarinhos’’ nas redes sociais, jeito carinhoso que elas tratam os fãs.

Tudo começou com a junção das vozes, um violão, covers e composições próprias, em canal anônimo no Youtube, que soma mais de 60 mil inscritos, Tiago Iorc tornou-se produtor delas juntamente com Felipe Simas. Gravaram quatro músicas, sendo duas covers e duas autorais e assim registraram o EP Anavitória, que integra plataformas virtuais e serviços de streaming, como Spotify e entre outros.


O colunista do Portal O Norte e diretor da Revista JFashion entrevistou Ana e Vitória da dupla "Anavitória" que
contaram tudo e mais um pouco sobre elas num papo descontraído no restaurante La Fontana em Araguaína. 

E a entrevista começou super descontraída com nosso editor falando: ‘’São meninas araguainenses que estavam no anonimato e hoje são celebridades de Araguaína, vou começar por você Ana...’’

Jotta Nunes: Ana, Como você recebeu esse lance de já estar sendo uma celebridade?

Ana: Então, eu não entendo ainda isso de ser celebridade, ainda não processei, também não acho que é dessa forma. Mas é muito bom poder passar coisa boa e poder receber coisa boa de muita gente, sabe? Poder fazer alguma coisa que outra pessoa se identifica, isso é incrível.

Jotta Nunes: E você Vitória, como vê tudo isso?

Vitória: Então, também não enxergo muito bem, e também não acho que sou celebridade. Mas eu acho que se tudo isso veio por causa da nossa música, se a nossa música faz sentido para as pessoas, então acho que isso é o mais importante. Se essa é a nossa conexão, então isso que é bonito.

Jotta Nunes: Fala uma coisa pra mim...vocês são de que bairro de Araguaína?

Ana: Atualmente no Jardim Paulista, mas cresci no setor Brasil. Eu já morei em três cantos aqui, no setor Brasil, no Itapuã aí mudei para o Jardim Paulista, não sei exatamente a idade, mas tem uns quatro anos que moro no Jardim Paulista, não tenho certeza (risos).

Jotta Nunes: E você Vitória, de qual bairro de Araguaína?

Vitória: Cresci no Tecnorte desde toda vida, amo!

Jotta Nunes: E em São Paulo?

Vitória: A gente mora em Consolação, contou.

Jotta Nunes: Gente... falando em bairros, como aconteceu essa amizade? Como vocês se conheceram?

Ana: A gente se conhece a vida inteira, porque aqui todo mundo sabe quem é quem né! Estudávamos na mesma escola, então a gente sabia quem era uma a outra, mas não tinha amizade... E aí tínhamos uma amiga em comum que apresentou a gente, e vi o vídeo dela (Vitória) cantando, foi por causa disso, que a gente começou a se falar e eu falei ‘’Vi, vamos gravar uma música pro meu canal?’’ já tinha um canal no Youtube e ela ‘’Vamos!’’. Aí foi desse jeito, a gente se encontrou pra gravar e foram muitos encontros por causa da música e não paramos desde então, a gente sempre gravava uma vez ou outra um vídeo e foi dessa forma.

Jotta Nunes: E você, que música ela viu você cantando, Vitória?

Vitória: Cara, eu nem sei! Acho que era Cássia Eller? Acho que era ‘’Por Enquanto’’ da Cássia Eller que foi o único vídeo que eu fiz pra ‘mim’, e foi cantando essa música.

Jotta Nunes: Canta um pedacinho pra gente? (risos, risos)...e fala uma coisa, você é a compositora, Ana?

Ana: Isso!

Jotta Nunes: De onde vem tanta inspiração para tanta letra bonita, tanta canção que deixa a gente apaixonado e que nos faz chorar?

Ana: Nossa, que coisa linda (risos)! Então, eu escrevo as coisas que eu sinto, é o jeito que encontrei de dividir com as pessoas o que acontece comigo, eu sempre falo que é meu diário, é aberto e é só vivendo e escrevendo, é isso.

Jotta Nunes: Tem alguma música que você falou que iria fazer porque teve um momento de raiva ou de felicidade, um momento de amor?

Ana: Todas as músicas são desse jeito, é eu viver uma coisa e pensar que preciso escrever sobre isso porque foi muito especial, e aí acontece desse ‘jeitin’.

Jotta Nunes: Qual foi a mais especial que você escreveu?

Ana: A música mais especial pra ‘mim’ ainda ninguém conhece, se chama ‘’TUA’’, é a música que mais gosto. Cor de Marte também, mas ‘’TUA’’ é a música que eu mais me arrepiei fazendo e quando canto eu gosto muito do que ela se tornou pronta.

Jotta Nunes: Já está sendo divulgada?

Ana: Não. Ela vai tá no disco!

Jotta Nunes: Aaaaaaah, (risos)! Venha cá... fala um pouquinho sobre o Catarse, Vitória.

Vitória: Então, a gente fez um financiamento coletivo que esse site é quem hospeda, e você junta com as pessoas que querem o seu trabalho, que gostam do seu trabalho, que já consomem, e no final de tudo sai o disco que é o nosso produto. É muito lindo pela união das pessoas e pela ajuda que se tem, sabe. Vem daqui, todo mundo junto e sai um disco lindo que vai ser uma coisa maravilhosa.

Jotta Nunes: E hoje, quanto já tem?

Vitória: Temos 27 mil. A nossa meta é 48 mil, já alcançamos os 50% e tá bem legal, bem bonito as pessoas estão se empenhando muito, os nossos fãs são lindos Jotta, eles abraçaram a causa e estão fazendo acontecer junto com a gente. É uma onda ou sei lá, é um vento porque a gente voa, então é um vento.

Jotta Nunes: Percebo que vocês se emocionam quando falam nesse projeto.

Vitória: É muito bonito! Estamos muito felizes, sabe. E tão ansiosa pra sair logo esse disco (risos).

Jotta Nunes: Então falando em disco, falando nesse sucesso que vocês estão fazendo e levando o nome de Araguaína, que eu percebo que vocês são bem fiéis, falam sempre de Araguaína. Quando vocês viram lá, Tiago Iorc, como foi tudo isso? Como aconteceu? Na hora que você viu, o que sentiu?

Ana: Eu me lembro de tá na salinha do estúdio esperando ele chegar, e a gente ficava tipo assim ‘’Meu Deus do céu, vou morrer do coração’’, mas quando ele chegou parece que foi muito instantâneo a coisa que aconteceu, sabe. Perdeu na hora aquela coisa de fã, aquela fã que tipo (aquela pessoa é inalcançável), ele ficou alcançável e ficou todo mundo tão junto, foi tão bonito, foi muito especial mesmo, ele é uma pessoa linda!

Jotta Nunes: E você, Vitória?

Vitória: A mesma coisa, só que eu era mais ‘tiete’ que a Ana porque eu sempre gostei muito do trabalho do Tiago (risos), então foi muito lindo quando chegou ele, e estávamos muito empolgadas sabe, era a primeira vez que iriamos entrar em um estúdio, então era muita sensação. Foi muita coisa acontecendo, e quando você vê um ídolo seu e o seu trabalho que tá para acontecer e aquela coisa toda se formando uma coisa só, é bonito demais! É lindo!

Jotta Nunes: Falam da sensação antes de estourar, fazer todo esse sucesso, quantas curtidas tinham nas músicas, no trabalho de vocês?

Ana: Eu tinha um canal, mas era só para os meus amigos daqui, não tinham uma expansão, as pessoas de fora não conheciam o trabalho. Eu postava para ‘mim’, minha mãe e os amigos da escola, era isso. Agora não, tem um alcance muito direto e muito grande, muito novo, e é muito doido também (risos).

Jotta Nunes: Quando vocês viram a dimensão que tomou os vídeos que vocês fizeram, um milhão de visualizações, quando você viu isso, o que sentiu?

Vitória: Cara, eu acho que eu e a Ana a gente ainda não sabe mencionar coisas. Quando o pessoal vira pra gente e fala ‘’Mas vocês isso, vocês aquilo’’ a gente fica só boba de saber que tem tanta gente que se identifica com aquilo que fazemos e, sempre falamos nessa palavra ‘’conexão’’ porque é muito que acontece entre a gente e as pessoas que escutam a gente. Só é lindo! (risos de todos)

Deram uma pausa para tomar um suco...

Jotta Nunes: Ana, inspiração para cantar e escrever vem de quem?

Ana: Desde pequena lá em casa eu nunca tive uma influência forte de gênero musical. Meus pais escutavam tal pessoa e até hoje eu escuto, mas sempre teve música presente, minha mãe toca piano e violão, meu irmão toca violão e eu aprendi com ele. Então desde pequena já tem aquela coisa enraizada. Sempre tem roda de viola lá em casa, então eu acho que foi daí que surgiu a vontade de fazer música, e quando eu aprendi a tocar violão começou fazer mais sentindo eu precisar escrever algo para dar vida ao que eu estava fazendo, tocava uns acordes mas não tinha o que fazer com aquilo, então daí surgiu, e eu fui vivendo e aprendendo, foi tudo junto.

Jotta Nunes: Qual foi o primeiro ou primeira cantora que quando você viu e disse que queria cantar e que gostava dela?

Ana: Nossa, não faço ideia! Minha memória é muito curta, então só lembro de coisa que aconteceu no máximo há um ano atrás.

Jotta Nunes: Quando criança, o que você ouvia com seu pai?

Ana: Vixi! (risos). Lá em casa é um ‘modão’ assim muito, muito forte! Desde pequena eu escuto muito sertanejo.

Jotta Nunes: Então tá, vamos falar da atualidade. Qual a cantora ou dupla que você gosta e é fã?

Ana: Acho que todo mundo que me perguntou isso eu sempre falo que sou muito fã da ‘’Malu Magalhães’’, ‘’Los Hermanos’’, ‘’Banda do Mar’’... Essa galera da nova MPB eu gosto muito. Estou escutando muito uma dupla de fora que chama ‘’First Aid Kit’’ que é um DUO também e elas são uma referência muito forte, quem nunca escutou, escutem que é muito bom.

Jotta Nunes: E você Vitória, quem foi a primeira voz que você se apaixonou para cantar?

Vitória: Hahaha, aí! Não sei... voz de se apaixonar? Eu sempre gostei muito de letra e de voz, mas quando eu tinha uns 13 anos de idade, descobri o R&B (gênero musical, derivado do Rhythm and blues) e comecei a escutar aquelas ‘’Females Vocals’’ aquelas mulheres maravilhosas. Tipo, eu amo muito a Beyoncé, não que minha inspiração de cantar venha daí, não sei, eu sempre fui muito apaixonada por música, meu pai sempre me colocou para escutar coisas o tempo inteiro, lá em casa tinha som e escutávamos de Rock a Funk, sempre fui muito influenciada por todo tipo de música, e acho que isso que nasce vontade na gente. (risos)

Jotta Nunes: E na atualidade hoje, qual cantora ou cantor?

Vitória: Cara, eu sou a pessoa mais indecisa do mundo e eu gosto de tanta coisa que não sei escolher uma pessoa, não.

Jotta Nunes: O que escutam quando entram no carro?

Ana: Gente, como é que faz com essas perguntas (risos)?

Vitória: Eu acho que como temos um acesso muito doido, que saímos do CD para o lance da internet e temos música de aplicativos, você coloca em uma Playlist e escuta mil coisas. Não temos um gênero específico, escutamos o que nos dá vontade no dia.

Jotta Nunes: Vejo que vocês gostam de tudo, então tá! O que vocês não ouviriam?

Vitória: Não, acho que eu não ouviria nada. Acho que se fez sentido, e é o que sempre falamos, se faz sentido no coração de alguém, se a música pertence a alguém e faz sentido no coração do outro, não tem como você descriminar e falar ‘’ah, isso não escuto’’, sabe?

Jotta Nunes: Ana, você já tinha saído de Araguaína em muitas viagens, como foi chegar a São Paulo para fazer esse trabalho?

Ana: Eu já morava há dois anos fora. Fazia Medicina em Araguari-MG e foi muito doido quando surgiu uma oportunidade de fazer o que eu sempre quis, então eu só fui sabe? Não teve muito conflito interno, não teve muita dúvida. Claro, é muito difícil você trancar sua faculdade e você fazer uma coisa totalmente diferente daquilo que você estava acostumada, mas quando você ama muito uma coisa e tem a oportunidade de fazer, você só faz. Eu acredito muito na gente!

Jotta Nunes: E você, Vitória?

Vitória: Eu fui para São Paulo pra fazer teatro e casou, foi tudo na mesma época, tudo aconteceu junto. Eu já tinha total plano de ir mas o plano ficou maior, o sonho cresceu, a minha arte se expandiu, sabe?

Jotta Nunes: Você fazia o que antes?

Vitória: Fazia faculdade de Direito, fiz 1 ano e meio.

Jotta Nunes: Vejo que vocês são bem alegres e tímidas, como vocês se sentem quando estão no palco?

Ana: É o melhor frio na barriga que existe na vida! É muito gostosa a sensação, ainda fico muito nervosa, mas quero continuar ficando nervosa sempre, porque acho que vai perder a graça se não tiver isso. E é isso é muito bom, ficamos descalças para sentir mesmo o chão.

Jotta Nunes: Então como se diz o ditado, vocês tem o pé no chão!

Ana: Temos os pés no chão e a cabeça nas nuvens (risos).

Jotta Nunes: Alguma superstição de vocês antes de subirem no palco?

Vitória: Não sei! Mas sempre olhamos uma para a outra, para conectar. ‘Bora’ é agora!

Jotta Nunes: Vou fazer um Ping-Pong rapidão, perguntar para as duas... Vou começar com a Ana, vamos lá!

Jotta Nunes: Família?

Ana: Vida

Jotta Nunes: Deus?

Ana: União.

Jotta Nunes: Música?

Ana: Sonho.

Jotta Nunes: O que não pode faltar na sua geladeira?

Ana: Chocolate. (risos)

Jotta Nunes: Um ídolo?

Ana: Tiago Iorc.

Jotta Nunes: Se você não morasse em São Paulo, que lugar do mundo você gostaria de morar?

Ana: No Rio, me apaixonei muito naquele canto, é lá eu acho. Não sei, sou muito indecisa, sou libriana hahah!

Jotta Nunes: Mentir?

Ana: Nunca.

Jotta Nunes: O que te faz ter raiva?

Ana: Mentira.

Jotta Nunes: E o que faz você chorar?

Ana: Medo.

Jotta Nunes: Se hoje você não fosse a Ana, quem você gostaria de ser?

Ana: A Ana mesmo (risos), eu não queria ser ninguém não, nasci desse jeito, quero ser desse jeito mesmo.

Jotta Nunes: Ana por Ana?

Ana: Gente, não sei responder essa (risos)! Eu acho que sou uma equilibrista.

Jotta Nunes: Uma frase...

Ana: A minha tatuagem, ela diz para sorrirmos para a vida e tornarmos ela fácil. É isso, eu gosto das coisas fáceis, não precisa complicar só facilitar as coisas e tá tudo certo.

Jotta Nunes: Agora você, Vitória

Jotta Nunes: Casa?

Vitória: É Lar.

Jotta Nunes: Família?

Vitória: Minhas anjinhas.

Jotta Nunes: O que te faz chorar?

Vitória: Saudade.

Jotta Nunes: Saudade pra você é...

Vitória: É o que me faz chorar, hahaha. Na verdade eu acho que saudade é a mescla do que é bom e do que dói, porque lembrança é assim, lembrança às vezes te faz doer, mas é bom que você consegue lembrar e não tem nada melhor do que você poder lembrar, é a melhor coisa.

Jotta Nunes: Se hoje você tivesse que ser outra pessoa, quem você gostaria de ser?

Vitória: Jotta, eu queria ser só eu mesmo, também (risos). Eu queria só dar uma melhoradinha nesse EU aqui, mas eu tô caminhando para mudar, mas eu acho que se eu vim presenteada para ser assim, então é porque lá em cima pediram pra vir assim.

Jotta Nunes: Uma pessoa que faz falta?

Vitória: Papi! Meu pai, com certeza.

Jotta Nunes: E uma pessoa que está muito presente?

Vitória: Minha mãe, que não me deixa esquecer que eu tenho chão toda hora.

Jotta Nunes: O que te faz sorrir?

Vitória: A bagunça disso tudo aqui, dessa vida. Os encontros que a gente tem, e tudo, desde as coisas pequenininhas as coisas grandes que acontecem.

Jotta Nunes: O que te tira do sério?

Vitória: Rapaz, é difícil! Mas o que me tira muito do sério é machismo, sexismo, preconceito, racismo. Todo tipo de não igualdade.

Jotta Nunes: Qual a voz mais bonita você já ouviu?

Vitória: Não tem como a gente falar uma voz, mas sempre tem uma voz que me marca muito que é a do vocalista do ‘’The Smiths’’ o ‘’Morrissey’’.

Jotta Nunes: Deus?

Vitória: Uma luizinha, que vive iluminando tudo lá em casa, aqui, no coração de todo mundo.

Jotta Nunes: Mentira pra você é...

Vitória: É feio, hahah!

Jotta Nunes: O que as pessoas se espantariam se encontrassem na bolsa da Vitória?

Vitória: Rapaz, pra tu saber eu ando com uma bolsa diferente todo dia, não coloco nem muita coisa lá. Nem tem essa coisa que o povo ia se espantar.

Jotta Nunes: O que você nunca deixa de colocar na bolsa?

Vitória: Celular

Jotta Nunes: Mania de?

Vitória: Mexer no cabelo, (risos).

Jotta Nunes: Perfume?

Vitória: Prada Candy, mas eu tenho outros, só que esse é o que eu tenho usado mais.

Jotta Nunes: Se hoje você tivesse um poder, o que você gostaria de fazer com esse poder? Um pedido para um gênio?

Vitória: Seria tornar todas as pessoas cheias de empatia, para que elas pudessem ter o corpo cheio do que o outro sente, sabe. Eu iria falar “Gênio, dê empatia ao máximo para todas as pessoas, para elas saberem como cuidar do outro”, acho que iríamos viver muito bem”.

Jotta Nunes: O coração estar como?

Vitória: Ah, estar muito feliz! Anda muito, anda muito feliz!

Jotta Nunes: Namora?

Vitória: Namoro não! (risos)

Jotta Nunes: Vitória por Vitória?

Vitória: Eu tinha até pensado na hora que a Ana falou, mas esqueci (risos). Mas é só uma menina cheia de vontade de fazer um monte de coisas, que às vezes nem ela sabe.

Jotta Nunes: Uma frase?

Vitória: ‘’Batatinha quando nasce esparrama pelo chão’’, (risos).

Jotta Nunes: E falando um pouco sobre moda, Vitória me fala um pouco sobre estilo?

Vitória: Todo mundo fala muito do meu cabelo, sobres os cachos. Então, eu alisava o cabelo e quando eu deixei de alisar, pra ‘mim’, foi muito grande em relação à personalidade, isso me modificou, então se esse estilo leva para as outras pessoas esse sentimento de liberdade, que você pode fazer e ser o que você quer, não o que os outros dizem para fazer, aquilo que é decidido por você, é isso que é ter estilo.

Jotta Nunes: E você Ana, o que é estilo?

Ana: Eu penso da mesma maneira. Eu acho que estilo é você se sentir confortável com o que você é. Querendo ou não é o jeito que você se mostra para as pessoas, então é sempre o jeito que você se sente confortável e não o jeito que parece ser o melhor jeito.

E assim finalizou a entrevista, e claro que o nosso diretor pediu uma palinha de uma música delas, e elas cantaram ‘’Chamego Meu’’, composição de Ana Caetano.

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