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COLUNA

Chic´s

EXCLUSIVO

Dublê da saga Crepúsculo em entrevista exclusiva

16 janeiro 2011 - 19h03

O jovem modelo e ator Raphael Ferreira é Filho do médico urologista Nelson Ferreira que deixou a cidade do Rio de Janeiro pra viver aqui no estado do Tocantins há cerca de 5 anos, o médico mora na cidade de Araguaína e Rafael, todos os anos vem visitar o pai nas férias.

Recentemente, em sua última estadia na cidade, o modelo e ator concedeu uma entrevista exclusiva para o colunista social Jotta Nunes, na coluna Chic’s do Portal O Norte, falando sobre família, projetos e trabalhos realizados, dentre estes, destaca-se a participação especial que Rafael Ferreira fez como dublê do protagonista Robert Pattinson na saga “Crepúsculo” que teve cenas gravadas no Rio de Janeiro.

1- Nesta nova visita sua a Araguaina, você veio com algo a mais. Além de modelo, agora você é ator?

Desde que eu comecei a trabalhar como modelo, assim como lhe falei na outra entrevista que dei para a Revista Jfashion, eu tinha vontade de investir na carreira de ator. Depois que eu voltei para o Rio de Janeiro, eu comecei um curso de teatro, em agosto, na Cia de Teatro Contemporânea, e desde então eu fui me identificando bastante com a área. Estou gostando muito e tive a oportunidade de enriquecer minha carreira como ator fazendo, por exemplo, um trabalho como dublê do Robert Pattinson, nas filmagens do “Amanhecer”, lá no Rio.

2 – Você se empolgou quando descobriu que cenas do filme seriam gravadas no Brasil, já que você poderia ser um dos escolhidos para participar?

Eu me empolguei, sim, porque, justamente como eu falei, foi uma oportunidade de enriquecer o meu aprendizado como ator. Então, quando me convidaram para fazer o teste e passar pela seleção, me explicaram que o trabalho seria fazer uma dublagem de fotografia. Eu já imaginei que ia trabalhar dentro do ambiente cinematográfico e de grande escala, nos padrões de Hollywood. E eu fiquei muito feliz e muito satisfeito de ter sido selecionado e ter essa experiência que, pra quem está aprendendo, é um curso que não tem comparação. Você está lá, vendo como tudo funciona e eu pude observar isso durante uma semana dentro do set de filmagem. Foi muito bom pra mim.
 

3 – O que mudou na sua vida depois desta semana que você passou nas gravações do filme? Como era você antes e agora?

Eu estava dependendo de uma experiência prática para saber se aquilo era realmente o que eu gostaria de trabalhar. Eu já estava fazendo curso de teatro, estava fazendo pequenas apresentações como ator em novelas e comerciais, mas quando fiz um trabalho grande e significativo como esse, por mais que eu não tenha sido o ator principal, mas ter ajudado na construção do projeto final do filme, isso fez com que eu me tornasse o Rafael que estava certo sobre o que queria em termos de carreira. E eu fiquei realmente satisfeito com essa oportunidade. Conheci pessoas incríveis durante as filmagens como o diretor Guilherme Navarro, o Bill Condon, que é o diretor principal do filme, e eles todos foram muito atenciosos em mostrar como as coisas funcionavam, se eu estava entendendo tudo. E eu sempre fui muito observador, por isso consegui ter uma experiência que eu absorvi e me enriqueceu bastante neste meio.

4- Com toda esta mudança, qual o seu próximo sonho em termos de televisão?

Bom, os sonhos são, na verdade, metas, mas também podem ser considerados como sonhos e ambições. Eu gostaria de continuar experimentando a televisão. Quero poder estar presente em alguma grande produção, seja novela ou filme, nacional ou internacional, mas isso só o destino, o futuro irá guiando a gente. Mas, enfim, eu tenho o sonho de trabalhar de modo fixo como ator porque, até agora, o que eu fiz foi temporário, foram pequenas e grandes participações, mas todas temporárias. Então na minha carreira de ator, meu sonho é me ver trabalhando de maneira estável. Não precisa ser nada grandioso, nem nada muito pequeno, mas algo estável, conseguindo meu sustento em cima disso. Seria satisfatório.



5 – Então você não tem aquele sonho de estar na novela A ou B, ou no canal A ou B? Você apenas quer estar lá?

Sim, eu quero estar em um ambiente em que eu me identifique. Como em qualquer ambiente, tem coisas que você gosta e coisas que você não gosta. Naturalmente, na carreira de ator vão surgir oportunidades que eu vou gostar muito e outras que eu vou gostar menos ou eu não vou gostar, como já surgiram oportunidades que eu já neguei porque eu achei que não se identificavam comigo. Então quero trabalhar dentro desta carreira, desta área com algo que eu goste, seja em uma peça de teatro, que eu gostei muito de apresentar dentro do meu curso, seja em um programa de televisão, seriado, novela, qualquer coisa que esteja me trazendo um retorno saudável e que eu esteja aprendendo cada vez mais com isso.

6 – Sua vida mudou um pouco depois que compararam você com o ator Robert Pattinson. E hoje, depois do filme, ainda mais. Mas quem cuida da sua vida, da sua agenda? Quem organiza suas atividades?

Desde que eu comecei a trabalhar mais, surgiu a necessidade de um auxílio, de uma pessoa que entenda e que possa me dar uma opinião e me direcionar. Então eu comecei a trabalhar com a Celi Terra, no Rio, e que se tornou uma segunda mãe pra mim. Eu conheço ela há anos e ela é uma produtora e uma empresária que já está por dentro do assunto há 20 anos. Já tem atores trabalhando em novelas da Globo que passaram por ela. E ela me chamou pra fazer uma parceria. Então ela toma conta de todas as coisas que me oferecem, eu passo tudo pra ela. Antigamente eu trabalhava no boca a boca, eu que negociava o que seria bom pra mim ou não. Mas conforme as coisas vão tomando proporções maiores,é muito interessante você ter alguém que cuide, que entenda melhor. Então é a Celi que toma conta, que me ajuda. E aqui em Araguaina, é você (Jotta Nunes) que me ajuda (risos). A Celi não tem oportunidade de me acompanhar em todos os lugares, mas a gente tem pessoas de confiança, nos lugares que a gente mais freqüenta, que nos ajudam também, que estão sendo ajudadas e nos ajudam a melhorar a qualidade, em ambos os lados. E pra mim é muito isso, eu fico muito satisfeito. É uma coisa que eu já falei para muitos familiares meus, que é ser conhecido de uma maneira positiva, e você conhecer pessoas boas que valorizem isso. Então eu tenho apoio, é claro, da família, dos amigos, mas eu também tenho apoio profissional em dois lugares que eu freqüento muito e que querem me ver crescendo de uma maneira boa.
 

7 – Você acha que o seu sucesso é influenciado pelo seu comportamento humilde e carinhoso com o público, além da sua beleza?

Tem que ser sempre humilde, sempre carinhoso. Eu acho que são qualidades indispensáveis em qualquer profissão, em qualquer escala, seja um presidente ou um faxineiro. Eu acho que você conquista muito mais quando você conquista as pessoas. Afinal de contas, não interessa o tipo de trabalho, você sempre vai trabalhar para alguém ou com alguém, com pessoas. Então quanto menos você puder complicar o trabalho, melhor, porque às vezes a gente perde a cabeça. Quanto mais você conseguir ser simples, humilde e exigir menos, você vai conseguir mais. Eu penso assim e as pessoas reconhecem. E a gente reconhece quem reconhece a gente. Isso é o que é mais importante.


8 - O que você acha chato quando as pessoa te abordam?

Eu não acho legal a falta de educação. São coisa, às vezes, meio óbvias, que a gente diz que é sem noção. Às vezes você não está em um momento favorável e você precisa parar o que está fazendo para bater uma foto. Então, às vezes, eu estou conversando alguma séria com alguém e vem alguém pedir pra tirar foto. A pessoa não sabe e é óbvio que eu não vou ser mal educado com ela, então eu falo “Desculpa”, “Agora eu não posso”, “Eu estou apressado”. Mas já existiram pessoas, em algumas ocasiões ao longo da minha vida, quando eu estava fazendo algo importante, trabalhando, fotografando, modelando ou atuando, e estas pessoas não respeitaram meus afazeres e compromissos. E elas acabavam, intencionalmente ou não, interferindo ou não valorizando o que eu estava fazendo. Eu já deixei de falar com pessoas que não reconheciam que o que eu estava fazendo era bom. Uns me parabenizavam pelo sucesso, mas outros não, tinham inveja. Então são essas coisas que eu não gosto, falta de educação e inveja em cima do crescimento alheio. Às vezes a pessoa não tem intenção, mas é invejosa, te atrapalha. Mas quando eu vejo que não existe a intenção, eu não me incomodo. Mas eu percebo quando que tem uma malícia, de querer te colocar em uma furada ou crescer em cima de você, sabe, “eu sou amigo do fulano só porque ele tem status, dinheiro, porque ele é famoso”. Eu acho que a maior qualidade do ser humano é a humildade e a transparência. Por isso o que eu não suporto é falta de educação, falsidade, inveja. E isso, infelizmente, tem muito, ainda mais quando você está fazendo um trabalho em que você ganha um reconhecimento maior e quanto mais você cresce, mais pessoas vão sentindo inveja ou querem te impedir de crescer. Então eu me afasto, eu procuro sempre me afastar de pessoas assim.

9 – Como é pra você estar aqui em Araguaina e as pessoas te reconhecerem nas ruas? Como é a força que o seu pai dá no seu trabalho?

É duplamente bom. Em primeiro lugar, a força do meu pai e da família é essencial porque todos eles me apóiam, sem exceção, a seguir o caminho que esteja me fazendo bem, independente de qual seja. Eu já tive muitos sonhos na vida, mas esse é um caminho que não foi um sonho de criança, mas que foi se desenvolvendo desde que eu comecei a trabalhar na área e foi se tornando bom para mim. E eu sempre tive o apoio da família que foi reconhecendo que isso era importante. E o outro lado é que é muito bom você estar em uma cidade em que você é recebido de uma maneira muito positiva, onde as pessoas vêm cumprimentar você, falar com você, reconhecem a valorizam seu trabalho. Elas vêm com carinho tirar fotos, desejam parabéns, tudo de bom para você e torcem para que esse sucesso seja progressivo e não só momentâneo. Então é duplamente bom estar em Araguaina visitando uma pessoa que me apóia, que é o meu pai, que eu admiro, e sou bem recebido aqui. É uma cidade que tem muito a oferecer, que está crescendo e que por ser uma cidade menor, comparada ao Rio de Janeiro, muito mais gente vem falar comigo, as pessoas são mais humildes também, eu percebo isso. As pessoas são muito mais simples e por isso reconhecem meu trabalho de uma maneira maior do que lá, onde, “as pessoas estão um pouco mais acostumadas com esse tipo de gente”. Você vê um famoso na rua e nem sempre você vai lá parabenizá-lo pelo trabalho dele, pelo contrário, muitas falam até mal da pessoa, porque têm inveja ou não admiram, tem milhões de opiniões. Às vezes você vê a vilã da novela apanhando de verdade. Acaba sendo um pouco engraçado. Mas o que eu quis dizer com isso é que, aqui, o trabalho é mais valorizado, um pequeno trabalho é reconhecido de maneira grande. Eu fico feliz por isso, fico feliz e me sinto à vontade. E eu pretendo voltar mais vezes por conta disso e por conta do meu pai que mora aqui.


10 – Você já falou da sua carreira como modelo e ator, mas nós gostaríamos de saber um pouco mais do seu relacionamento com sua família, seu pai, sua irmã, seus avós e sua mãe que mora fora do país.

O relacionamento com meu pai é mais de amigo do que de pai e filho. Tem o valor de pai e filho de zelar pela família, de ver o outro crescendo, e eu também quero ver meu pai crescendo, assim como meu pai quer me ver crescer. A gente não para de crescer, a gente morre crescendo. Eu tenho um relacionamento muito saudável com ele, a gente tem uma relação muito aberta, nós falamos de pensão, nós não temos tabus de pai e filho, de que não pode falar isso porque ele é seu pai ou não pode falar aquilo porque ele é seu filho. Ele sempre tenta me dar o exemplo e tenta dar o exemplo como pessoa, não só como pai. E eu também, não só como filho, por mais que eu seja mais novo que ele, eu não me rebaixo a isso, eu dou o exemplo como pessoa, porque ele tem muito o que aprender comigo e eu tenho muito a aprender com ele. E isso vale para todo mundo, pra minha irmã, pra minha mãe, para os meus avós, a gente tem um relacionamento muito saudável, muito aberto. Ninguém respeita a hierarquia, vamos dizer assim, mas obviamente agindo dentro do bom senso, de você, filho, respeitar um pai e uma mãe e de um pai respeitar o filho como pessoa, como adulto que a gente já é, porque nós não somos mais criancinhas. O meu relacionamento com minha família é muito bom, eles me apóiam, nós somos muito transparentes, eles me contam tudo o que está acontecendo, tudo o que eles pensam, seja com relação a mim ou a eles. Então eu sempre tive esse exercício de transparência e talvez seja por isso que eu exijo dos meus relacionamentos amorosos, profissionais ou de amizades sejam transparentes. Que as pessoas saibam se expressar bem, seja como família, grupo ou sociedade, todo mundo precisa se expressar bem.

11 – Já que você falou sobre relacionamento amoroso, quem é a dona do seu coração?

O nome dela é Bruna Louzada e já estou namorando ela há mais de um ano. Sou muito feliz com ela, ela me apóia, me incentiva, ela conversa, quando tem que chamar atenção, ela chama e é isso o que eu procuro pra mim, uma pessoa que esteja do meu lado, me apoiando e sendo transparente comigo, não se importando apenas com o relacionamento, mas sendo altruísta. E o meu relacionamento é muito altruísta, sendo de mim para ela como dela comigo. Nós queremos ver um ao outro bem independente do nosso relacionamento. E isso acaba refletindo no relacionamento porque eu quero que ela esteja bem isoladamente, eu não quero que ela esteja bem só comigo. E existe muito casal que acaba sendo um pouco egoísta, que você só vai ser feliz se estiver comigo. Mas a gente está junto por conseqüência, porque um quer ver o outro feliz. E eu estou muito feliz com o meu relacionamento por conta disso, porque eu tenho apoio, assim como eu tenho apoio da minha família, eu tenho o apoio da minha mulher! E eu já posso chamá-la de minha mulher porque é uma pessoa incrível e que me faz bem.


12 – Serão os próximos 80 anos ao lado dela?

Assim eu espero! Eu sou uma pessoa que gosta de investir em um relacionamento, eu não sou uma pessoa de farra, eu gosto de companhia, eu gosto de ter alguém do meu lado. E sempre quando estou em um relacionamento, procuro este ideal. E com ela, eu estou conseguindo encontrar isso porque ela é uma pessoa incrível, nós temos um relacionamento muito saudável, em que há respeito e há transparência. Então se continuar assim, não tem limite, não tem porque pensar em um prazo. Eu não penso assim, eu vou vivendo cada dia e pensando no próximo. Sem dúvida o meu relacionamento faz muito bem pra mim e se continuar assim eu vou levar ele pro resto da vida.

13 – Desde o início você foi ator e modelo. Mas chega uma hora que uma dessas profissões vai pesar muito. Qual será o caminho que você vai tomar?

As duas carreiras que eu estou seguindo, agora, são a de designer gráfico, que ainda estou estudando e não tive a oportunidade de trabalhar, e a de ator, mas eu já estou tendo a oportunidade de trabalhar como ator. E isso está crescendo aos poucos, pois também estou estudando teatro e, uma hora, naturalmente eu vou me ver trabalhando com mais freqüência em uma dessas profissões. Provavelmente a de ator vai pesar antes porque eu já estou iniciado, então até lá eu vou ter a percepção de ver que se aquilo é o que eu quero ou não, se eu quero a faculdade de design porque não me identifiquei com a carreira de ator, se não me deu retorno satisfatório, vamos dizer assim. Então por enquanto é uma incógnita, mas eu estou investindo igual nos dois e na hora que um pesar, se um dos dois me der um retorno satisfatório, vai ser o que eu vou estar feliz, vai ser aquilo o que eu quero.

14 – Quem você “tietaria” se encontrasse em um set de filmagens?

Eu gosto muito do Harrison Ford, por exemplo, é um que eu pararia e diria “Pô, vamos tirar uma foto comigo?”. Ele fez grandes filmes que eu gostei como Indiana Jones e Guerra nas Estrelas, são filmes que fizeram a minha infância e eu admirava muito o jeito dele trabalhar. Basicamente, se for pegar um ator que eu admiro muito, seria realmente o Harrison Ford.

15 – E no Brasil?

o Brasil... O engraçado é que eu conheço mais os atores do lado estrangeiro. Eu assisto pouco filmes nacionais. Mas eu tenho muitos exemplos nacionais que são bons como o próprio Rodrigo Santoro, que é um exemplo nacional e internacional. Ele chegou em um patamar com o público dele aqui que isto refletiu mundo à fora e ele foi chamado pra fazer filmes lá fora. E ele fez um filme que gosto muito que é o 300 e ele fez um papel que não é simples, é um papel que deu muita polêmica porque o personagem que ele fez, Xerxes, era um rei muito poderoso e cheio de glamour, aquela coisa do rei ser cheio de pérolas, jóias e ouro e isso deu um pouco o que falar aqui. As pessoas ficavam falando “Como ele consegue fazer esse tipo de papel? Passar batom...”, essas coisas. Mas eu acho que o ator que gosta de profissão, vai aonde for preciso para interpretar o papel dentro daquilo que ele julga ser alcançável. Então digamos que um ator brasileiro que eu admiro, que é versátil, é mesmo o Rodrigo Santoro, que já fez vários tipos de papéis, desde o galã que aparece saindo da praia, em As Panteras, ou que faz a novela ou que fez um rei mau em um filme épico e altamente machista. Então eu admiro atores que são versáteis.


16 – Qual seria o maior desafio para você em um papel?

Bom, eu ainda não consigo imaginar porque são muitos papéis possíveis. Mas talvez eu não me sentiria bem fazendo um papel, assim, simples como em uma cena sexual. Eu acho que eu ainda não tenha alcançado esta maturidade para conseguir fazer uma cena sexual, por exemplo. Fora isso, eu acho que qualquer papel eu teria vontade de experimentar. A gente vai se conhecendo conforme a gente vai trabalhando e é muito difícil dizer isso. Mas o que é mais desafiador, no momento, seria fazer uma cena sexual.


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