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PORTO NACIONAL

Lei reconhece Festejos do Divino Espírito Santo como patrimônio histórico e cultural

20 janeiro 2026 - 10h32Por Da Redação

A Prefeitura de Porto Nacional sancionou a Lei nº 2.768, de 9 de janeiro de 2026, que reconhece oficialmente os Festejos do Divino Espírito Santo como Patrimônio Cultural Imaterial do município.

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A medida consolida o valor histórico, cultural, social e religioso da celebração, considerada uma das mais tradicionais e representativas da identidade da população portuense.

PROJETO É DE AUTORIA DE VEREADOR

O reconhecimento foi proposto por meio de projeto de lei de autoria do vereador Marcone Cleiton e contou com apoio unânime da Câmara Municipal.

Com a sanção, os festejos passam a ter proteção institucional, fortalecendo uma tradição transmitida ao longo de gerações e preservando a memória coletiva da comunidade.

IMPACTO CULTURAL, TURÍSTICO E ECONÔMICO

Além do simbolismo religioso, os Festejos do Divino Espírito Santo exercem impacto direto no turismo e na economia local.

Durante o período festivo, diversos setores são movimentados, contribuindo para o fortalecimento da rota religiosa e para o aumento do fluxo de visitantes em Porto Nacional.

AUTORIDADES DESTACAM VALORIZAÇÃO DA TRADIÇÃO

Para o prefeito Ronivon Maciel, o reconhecimento representa a preservação da identidade cultural do município. Segundo ele, a celebração fortalece os laços comunitários e integra a memória afetiva da cidade.

A turismóloga da Secretaria Municipal da Cultura, Turismo e Esporte, Ângela Dantas, afirmou que a lei amplia o reconhecimento do patrimônio local e contribui para o crescimento contínuo do turismo religioso no município.

O vereador Marcone Cleiton destacou que o reconhecimento simboliza uma história viva construída pela comunidade da Igreja do Divino Espírito Santo.

FESTEJOS ENTRAM NO CALENDÁRIO OFICIAL DO MUNICÍPIO

A nova legislação também inclui oficialmente os Festejos do Divino Espírito Santo no Calendário Cívico, Cultural e Turístico de Porto Nacional.

Para o padre Jaine Gomes de Melo, da Paróquia Divino Espírito Santo, a iniciativa reforça a importância social, cultural e religiosa da celebração.

Já o imperador do Divino Espírito Santo em 2026, Alisson Pereira Nascimento, ressaltou que a lei garante a preservação de uma história iniciada há cerca de quatro décadas, construída por gerações da comunidade local.