Serial killer e comparsa continuam foragidos um mês após fuga em presídio
24 JAN 2026 • POR Da Redação • 08h36
Neste domingo, 25, completa um mês da fuga de dois detentos considerados de alta periculosidade da Unidade de Tratamento Penal de Cariri do Tocantins, no sul do estado. O caso ocorreu no dia 25 de dezembro de 2025 e, até o momento, nenhum dos dois foi recapturado.
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Os foragidos são Renan Barros da Silva, conhecido como o “serial killer da rotatória”, e Gildásio Silva Assunção. Ambos cumprem penas superiores a 40 anos de prisão por homicídios e outros crimes graves.
QUEM SÃO OS FORAGIDOS
Renan Barros da Silva foi condenado a mais de 70 anos de prisão por homicídios cometidos em Araguaína. Ele ganhou notoriedade por atuar de forma serial em crimes ocorridos na região.
Gildásio Silva Assunção cumpria pena superior a 40 anos por homicídios e outros delitos. Assim como Renan, era mantido em regime fechado.
VÍNCULO COM FACÇÃO CRIMINOSA
De acordo com a Secretaria da Segurança Pública do Tocantins (SSP/TO), os dois detentos possuem ligação com o grupo criminoso Primeiro Comando da Capital (PCC).
Por esse motivo, eram classificados como presos de alta periculosidade e cumpriam pena em regime fechado na unidade prisional de Cariri.
BUSCAS CONTINUAM
A SSP/TO informou que as forças de segurança seguem mobilizadas, principalmente na região sul do Tocantins, para localizar os foragidos.
Até o momento, segundo a pasta, não houve nenhuma recaptura.
COMO DENUNCIAR
A Secretaria reforça que qualquer informação que possa contribuir com a localização dos detentos pode ser repassada de forma anônima.
Os canais disponíveis são:
190
197
(63) 3312-4110 (também via WhatsApp)
O sigilo da denúncia é absoluto.