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ENTREVISTA

Após vencer Covid, PM homenageado na saída de hospital relata experiência: "Não há quem não chore!"

15 junho 2020 - 10h29Por Redação

Um Policial Militar de Araguaína que testou positivo para a Covid e estava internado no Hospital e Maternidade Dom Orione (HMDO), foi surpreendido por uma homenagem feita por colegas de profissão na tarde deste domingo (14), quando recebeu alta hospitalar. 

O 2º Sargento Raimundo Dilson de Sousa Lima (44 anos) atua na corporação há quase 20 anos e em entrevista exclusiva ao Portal O Norte, contou a experiência vivida nos últimos dias depois de ser diagnosticado com o novo Coronavírus. 

Casado e pai de três filhos, sendo dois do primeiro casamento e o terceiro do segundo relacionamento, Sargento Dilson contou que ele e a esposa testaram positivo para a Covid. "Graças a Deus meu filho de três anos não foi infectado!", disse o militar explicando que o menino foi passar uns dias no Maranhão com os avós antes do casal ser contagiado. 

"Não tenho ideia de como aconteceu esse contágio!", conta o policial que disse que os primeiros sintomas surgiram no dia 1º de junho. Dia 4 ele fez o teste e no dia 5 saiu o resultado. "Comecei um tratamento com Azitromicina mas a febre continuava aumentando, então dia 8 senti muita falta de ar e procurei o hospital onde o médico decidiu me internar imediatamente". 

Com 50% dos pulmões comprometidos, o PM relata que apesar disso foi tratado em um leito clínico tomando uma série de medicamentos. "A doença é séria, não é brincadeira, se não tiver cuidado ela mata você!", garante afirmando que ficou muito mal mesmo não tendo nenhum tipo de doença pré-existente. "Pratico esportes regularmente, não faço parte de nenhum grupo de risco e foi difícil pra mim, imagine como seria se fosse o contrário?", observa explicando que diferente dele, a esposa não sofreu complicações em decorrência da doença. 

A homenagem

Ontem na saída do hospital, o Militar recebeu a homenagem dos colegas de profissão do 2º BPM. Para ele uma grata e emocionante surpresa: "Junta alegria de ter vencido a doença com a homenagem não há quem não chore!", disse acrescentando: "A sensação de carinho que recebi foi enorme e as mensagens de apoio e orações foram intensas durante o tempo em que estive internado", lembra agradecido.

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