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Após denúncia, Procon vai monitorar postos de combustíveis

15 agosto 2011 - 07h51

Da Redação


Depois da repercussão das matérias publicadas no Portal O Norte relativa ao aumento suspeito dos preços de combustíveis, nossa reportagem conversou com o diretor do órgão de defesa do consumidor em Araguaína, Terciliano Gomes, para entender como funciona a atuação do Procon neste sentido.

Em entrevista, Gomes afirmou que vem acompanhado o caso e explica que o trabalho do órgão em relação ao comércio de combustíveis é dar publicidade à população através do monitoramento dos preços ofertados.

O diretor apesar de reconhecer a perceptível variação de preços nas últimas semanas justifica que, demanda tempo para definir se existe de fato abuso ou não na comercialização de combustíveis na cidade: “Sobre esta variação podemos dizer que há a possibilidade sim da formação de cartel, mas de imediato não podemos configurar esses aumentos como ilegais”, diz Terciliano.

Ainda sobre a variação de preços, o diretor explica que o Procon não pode interferir diretamente neste caso: “quem define o preço do mercado é o próprio mercado e como os preços não estão padronizados de forma tabelada não posso afirmar que há indícios de ilegalidade”.

Finalizando a entrevista o Procon ressalta que fará um levantamento quinzenal na tabela de preços dos postos e durante uma média de seis meses terá o resultado desse monitoramento: “A partir dessa análise é que buscaremos tomar as iniciativas cabíveis. No caso se constatada a ilegalidade, observando a porcentagem e a elevação dos valores, oficiaremos a polícia que é responsável por investigar esse tipo de atuação criminosa”, diz.

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