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CALOTE

Em Araguaína, entidade de ensino é acusada de dar calote em alunos

19 outubro 2011 - 07h27

Dágila Sabóia
Da Redação


Chegou à Redação do Portal O Norte uma séria denúncia envolvendo uma escola técnica de Araguaína, especializada em cursos profissionalizantes nas áreas de: Enfermagem, Farmácia, Radiologia e Segurança no Trabalho.

De acordo com a denúncia, a Ettal – Escola Técnica Tereza Almeida que leva o nome de sua diretora, Tereza Cristina Costa de Almeida, abriu uma turma de Pós-Graduação do curso de enfermagem na área de Urgência e Emergência em outubro do ano de 2009, porém até hoje o curso não foi finalizado.

Desculpas
Em entrevista, a denunciante disse que o curso de 18 meses que começou exatamente no dia 23 de outubro de 2009, no início tinha suas aulas regularmente. Professores dos estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro vinham ministrar mensalmente as aulas em Araguaína na sede que fica localizada na Avenida das Palmeiras, Centro da cidade. Com o passar dos meses, a estudante de Pós explica que as aulas começaram a ser canceladas com desculpas da coordenação da escola de que os professores perderam o vôo e assim por diante.

Insatisfação
Insatisfeitos com o andamento da Pós, os alunos decidiram realizar a transferência do curso para outra escola técnica em Araguaína, a Cestep, que solicitou aos estudantes o histórico deles, porém com uma ressalva: o mesmo teria que vir reconhecido pela Universidade com a qual a Ettal teria parceria que conforme anunciado pela diretora Tereza Almeida, seria a Universidade Franca de São Paulo (Unifran). No entanto, há seis meses quando foram paralisadas as aulas, entrando em contato com a Unifran os alunos descobriram que a Ettal não tinha mais vínculo algum com a instituição. Os alunos cobraram então, à Tereza Almeida explicações, segundo a denúncia ela informou aos alunos que os certificados poderiam ser emitidos pela UniRedentor, universidade do Rio de Janeiro com quem a Ettal, segundo Tereza, também teria vínculo. Contatando esta segunda universidade, para confirmar a veracidade das afirmações de Tereza, tiveram a resposta de que a UniRedentor não passava esse tipo de informação.

Protesto
A denunciante diz que os alunos pagaram dez parcelas do curso no valor de R$ 250 reais. “A turma começou com mais de 20 alunos do meio pro fim éramos somente dez e cada um de nós tiramos do nosso bolso 250 reais todo mês confiando na instituição e agora fica por isso mesmo? Não! Ela tem que ser processada!”, protesta a denunciante. Explicando que o último contato que teve com a Ettal, foi há seis meses acrescentando que Tereza vive no estado de Minas Gerais onde possivelmente administra outras extensões da Ettal e em Araguaína, quem estaria à frente da instituição seria o irmão de Tereza Almeida identificado como Bruno.

De mãos atadas, os alunos vêem seus investimentos em especialização irem pelo ralo já que não conseguem sequer realizar uma transferência para outra escola técnica.

Contato
O Portal O Norte tentou sem sucesso contato com a Escola Técnica através dos números de telefone gravados na fachada da sede. O número (63) 3411-1411 ao ser discado, ouve-se a chamada que diz não ser possível completar a ligação e pede para verificar o número discado. Já o número 0800-644-1411 a mensagem diz que está temporariamente programado para não receber chamadas.




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