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Golpistas usam dados reais para criar cobranças falsas em nome da Receita

06 dezembro 2025 - 10h40Por Da Redação

Criminosos de várias regiões do país estão utilizando nome, CPF e até endereços verdadeiros de contribuintes para criar páginas falsas que simulam cobranças em nome da Receita Federal. A prática acendeu um alerta oficial após relatos recorrentes em unidades de atendimento do órgão.

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As tentativas de fraude chegam por WhatsApp, SMS ou e-mail com um link que leva a páginas que imitam o visual do Portal Gov.br — incluindo brasões, cores e formatos semelhantes aos das plataformas oficiais.

NÃO ENVIA COBRANÇAS POR MENSAGENS

A Receita Federal reforça que não envia cobranças por aplicativos de mensagem, e-mail ou links externos. Qualquer débito, notificação ou pendência real só aparece no e-CAC, o Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte.

Ao receber cobranças suspeitas, o contribuinte deve ignorar a mensagem e acessar manualmente o portal oficial pelo navegador, nunca por links encaminhados por terceiros.

SINAIS CLAROS DE GOLPE

As páginas falsas apresentam diversos indícios de fraude, como:

  • endereços que não pertencem ao domínio gov.br;

  • mensagens urgentes ou alarmistas;

  • prazos curtos de pagamento;

  • ameaças de bloqueio de CPF ou contas bancárias;

  • “descontos” para pagamento imediato.

Segundo a Receita, esse comportamento é típico de golpes que buscam impedir o usuário de checar informações reais.

VAZAMENTO DE DADOS AUMENTA PERIGO

Uma das características mais preocupantes da nova modalidade é o uso de dados verdadeiros. Criminosos obtêm essas informações por meio de vazamentos de grandes bases e as utilizam para dar aparência de legitimidade às cobranças falsas.

ORIENTAÇÕES PARA EVITAR PREJUÍZOS

A Receita Federal recomenda que, ao receber qualquer mensagem suspeita, o contribuinte:

  • não clique em links enviados por WhatsApp, SMS, e-mail ou redes sociais;

  • consulte pendências exclusivamente no e-CAC;

  • desconfie de termos como “último aviso”, “pagamento imediato” ou “urgente”;

  • ignore ameaças de bloqueios e supostos descontos.

Em caso de dúvida, a consulta deve ser feita sempre pelos canais oficiais da Receita, acessados manualmente.