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SILÊNCIO

Celtins ignora denúncia sobre falta de treinamento de eletricistas

20 julho 2011 - 11h35

Daniel Lélis
Da Redação

 

O Portal O Norte publicou ontem entrevista com Celma Moreira, secretária do Sindicato dos Trabalhadores em Eletricidade do Tocantins (Steet), entidade que representa os funcionários das empresas Enecol e Selvat, terceirizadas da Companhia de Energia Elétrica do Tocantins (Celtins) que paralisaram as atividades na segunda-feira (18) e na terça-feira (19) desta semana. Ao todo, mais de 600 trabalhadores, 88 só em Araguaína, cruzaram os braços.

Declarações
À nossa equipe, Moreira contou, dentre outras coisas, quais as reinvindicações da categoria e denunciou a falta de treinamento dos profissionais que paralisaram as atividades relacionando-a ao grande número de mortes de trabalhadores ocorridas nos últimos tempo. “Infelizmente, menos de um ano para cá, quatro profissionais perderam a vida quando estavam trabalhando. Isso prova que as equipes estão em campo sem o devido treinamento”, afirmou ela na oportunidade.

Questionada na ocasião se alguma das mortes teria ligação com a falta de equipamentos de segurança, Moreira informou desconhecer que a ausência de EPI (equipamento de proteção individual) e EPC (equipamento de proteção coletiva) tenha sido responsável pelas fatalidades.

Celtins não comenta
A reportagem entrou em contato com a Celtins que, por meio da sua assessoria de comunicação, informou que a empresa não irá se pronunciar sobre as declarações feitas por Moreira. A companhia reforçou ainda que mantém o posicionamento contido na nota enviada a imprensa, a de que o vínculo empregatício dos trabalhadores que entraram em greve é com as prestadoras de serviços e não com a Celtins.

Na nota enviada aos meios de comunicação, a concessionária de energia elétrica afirmou que todos os contratos feitos com a Enecol e a Selvat permaneciam vigentes e os serviços essenciais não teriam sido afetados.
 

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