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NO PARÁ

Comitiva tocantinense visita hospital administrado por Organização Social

01 agosto 2011 - 10h48

Uma comitiva tocantinense visitou, nesta sexta-feira, 29, do Hospital Regional Público do Araguaia que fica em Redenção, região sul do Estado do Pará e é administrado por uma OS – Organização Social.

A comitiva foi composta pelo secretário de Estado da Saúde, Arnaldo Alves Nunes, técnicos da Sesau - Secretaria de Estado da Saúde, diretores de hospitais regionais, e representantes de órgãos estaduais como TCE - Tribunal de Contas, Controladoria Geral, Comissão de Saúde da Assembléia Legislativa, Defensoria Pública, Cosems - Conselho Municipais de Saúde e CES - Conselho Estadual de Saúde.

Segundo o secretário, Arnaldo Alves Nunes, o objetivo da visita foi propiciar à comitiva a oportunidade de conhecer o modelo gerencial de uma OSS - Organização Social de Saúde e mostrar que este modelo, com algumas adequações de acordo a realidade do Tocantins, pode funcionar com seriedade e qualidade e fiscalização dos serviços prestados, também aqui no Estado. “O modelo gerencial de prestação de serviços desenvolvidos neste hospital mostra que as organizações sociais de saúde têm capacidade e seriedade para administrar hospitais e toda a complexidade que as instituições de saúde possuem. Podemos comprovar por esta, e por tantas outras experiências de sucesso de hospitais públicos administrados por esse sistema em outras regiões do país”, ressalta.

Para a deputada estadual Josi Nunes, que esteve na comitiva, juntamente com o presidente da Comissão de Saúde e Meio Ambiente da Assembléia Legislativa do Tocantins, deputado Raimundo Palito, conhecer na prática o trabalho de uma OSS foi uma experiência onde todos tiveram oportunidade de questionar e sanar as dúvidas sobre o modelo de administração desse tipo de organização. “Vimos aqui, a seriedade, excelência e competência com que o hospital é administrado, sanamos algumas dúvidas, mas ainda precisamos conhecer outras realidades. O que queremos é que os serviços de saúde prestados a população do nosso Estado melhore o quanto antes, seja por meio do gerenciamento de uma OSS ou por meio da administração do próprio Estado. Mas o trabalho desenvolvido neste hospital, sem dúvida é de excelência, diz.

HRPA - Hospital Regional Público do Araguaia
Está localizado na cidade de Redenção, a mais de 1000 km da capital, Belém. É um hospital de média e alta complexidade que atende pacientes de 15 municípios da região sul do Pará. Vinculado ao SUS- Sistema Único de Saúde tem um modelo gerencial diferenciado, sendo administrado desde 2007, pelo Instituto de Saúde Santa Maria - IDESMA, uma OSS - Organização Social de Saúde. O Estado do Pará possui 8 hospitais regionais do porte do HRPA administrados por esse tipo de gerenciamento.

Até a implantação desde hospital quase não havia na região, profissionais e equipamentos hospitalares especializados para realizar procedimentos mais complexos. Por isso, quando a população necessitava desse tipo de atendimento tinha que se deslocar para a capital ou outras cidades distantes. Em muitos casos essa demora para receber assistência médica representava uma piora no quadro de saúde do paciente, e até óbito.

Todos os estudos realizados para implantação do HRPA, sua organização e início de funcionamento foram baseados nos princípios norteadores do Sistema Único de Saúde (SUS), priorizando a excelência em gestão e humanização da atenção e das relações de trabalho. Um grande investimento foi realizado para a qualificação dos gestores, a fim de que compreendessem os princípios do SUS, a Política Nacional de Humanização (PNH) e desenvolvessem habilidades técnicas, gerenciais e de relacionamento. Atualmente o HRPA tem 98 leitos de internação, sendo 21 de clínica médica, 36 de clínica cirúrgica, 12 de clínica pediátrica, 06 de clínica obstétrica, 09 de UTI adulto, 05 de UTI pediátrica, 05 de UTI neonatal e 04 UCI. Tem também em funcionamento 09 cadeiras de hemodiálise, que dividido em três turnos, atende 56 pacientes.

O Hospital é também um dos poucos no estado do Pará que tem um sistema de fracionamento dos medicamentos que vão para o leito, o que garante economia para o hospital e segurança para o paciente.
(Informações Assessoria Comunição)

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