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GREVE UFT

Servidores comemoram desaniversário de dois meses de greve

10 agosto 2011 - 11h39

Servidores se reuniram para "comemorar o desaniversário" de movimento grevista que perdura dois meses, sem sinais de atendimento às reinvindicações. Justiça determina que pelo menos 50% dos servidores voltem ao trabalho, sob risco de multa de R$ 50 mil.

O Sindicato dos Tecnicos Administrativos da Universidade Federal do Tocantins, a Seção Sindical dos Docentes da Universidade Federal do Tocantins e os representantes dos Servidores do Instituto Federal do Tocantins realizaram na manhã desta quarta-feira, 10, na UFT, uma manifestação para lembrar os 2 meses do movimento grevista dos servidores e protestar contra a falta de propostas do Governo Federal.

Os grevistas chamaram a manifestação de “desaniversário” do movimento grevista que luta por melhores salários e condições de trabalho para servidores e professores federais. Segundo o representante do Sintad, Miguel Lima, durante os dois meses de paralisação nenhuma proposta positiva foi feita pelo Governo Federal aos servidores.

O STJ determinou que 50% dos servidores técnicos administrativos das universidades federais retomem seu trabalho. Não acatando a decisão, a Federação dos Sindicatos dos Trabalhadores das Universidades Públicas Brasileiras (Fasubra) e as 26 entidades filiadas estarão sujeitos a multa diária de R$ 50 mil reais.

O representante do Sintad, Miguel Lima, explicou que a UFT já está atuando com quase 50% dos servidores exigidos pelo STJ. Segundo Lima, os serviços na Reitoria, Secretaria Acadêmica, Biblioteca e Laboratórios receberão mais servidores. Mas ele frisa: “Causa muita estranheza que um governo que é dos trabalhadores, queira criminalizar um movimento grevista”, desabafou.

Greve
Deflagrada no dia 6 de junho, a greve dos servidores técnicos-administrativos das federais já tem adeptos por todo o país. No dia 27 de junho, foi a vez dos professores das federais entrarem para o movimento grevista. Um mês depois, no dia 27 de julho, os servidores da IFTO também passaram a fazer parte da greve, com o apoio dos alunos do Instituto. (Colaborou Clarete Almeida/Do DCE UFT

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