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AGRONEGÓCIO

Senadora Kátia Abreu apresenta potencial agropecuário

01 novembro 2011 - 10h32

A agricultura brasileira cresceu 247,13% nos últimos 35 anos, atingindo 162,9 milhões de toneladas de grãos e fibras na safra 2010/2011. A expansão da pecuária bovina foi de 39% nos últimos 11 anos, atingindo no ano passado 11,4 milhões de toneladas, seguida pela produção de frango, que cresceu 101% no período, alcançando 9 milhões de toneladas, e pela carne suína, com aumento de 74%, para 3,6 milhões de toneladas. “Este foi o resultado dos investimentos dos produtores rurais brasileiros em tecnologia, que gerou ganhos de 151% em produtividade, com aumento de apenas 31% de área ocupada pela atividade rural”, diz a presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), senadora Kátia Abreu, que cumpre um roteiro de contatos com universidades, bancos de fomento e investidores, nos Estados Unidos, país que importou US$ 3,1 bilhões em produtos agrícolas do Brasil, em 2010, com crescimento de 16,3% em relação a 2009. “Vamos mostrar que o País tem a maior, melhor e a mais sustentável produção agrícola do planeta”, afirma a presidente da CNA.

Entre os compromissos agendados pela presidente da CNA nos Estados Unidos, destacam-se os contatos nas universidades norte-americanas, como a palestra na Columbia University e o encontro na Georgetown University. Fará palestras sobre o potencial de crescimento e oportunidades de investimento no setor nos bancos de fomento, como BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento) e Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento (BIRD) do Banco Mundial. Estão previstos encontros com fóruns de investidores interessados nas oportunidades do agribusiness brasileiro, como o Brazilian American Chamber of Commerce e o Brazil-U.S. Business Council (BIC). Também fará contatos com a imprensa norte-americana.

Durante esse roteiro, a presidente da CNA terá a oportunidade de apresentar dados e estimativas que confirmam o potencial de crescimento do agronegócio brasileiro. Hoje, o Brasil é o terceiro maior produtor de alimentos do mundo, incluindo silvicultura e biocombustíveis. Em 2010, foi o maior produtor e exportador de açúcar, café, suco de laranja e álcool. Apesar das deficiências de logística e das imposições de uma legislação ambiental ultrapassada, é o segundo maior produtor e exportador mundial de produtos do complexo soja; o segundo maior produtor de carne bovina e líder das exportações do produto. Somente para os Estados Unidos, foram embarcadas 13.531 toneladas de carne bovina industrializada, no ano passado, totalizando US$ 76,346 milhões, segundo dados do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). “A incorporação de tecnologia permitiu aos produtores produzir mais carnes e grãos numa área muito menor, gerando uma poupança ambiental de 73,7 milhões de hectares, que deixaram de ser utilizados e permaneceram com sua cobertura vegetal original”, explica a senadora Kátia Abreu.

A atividade agropecuária ocupa apenas 27,7% do território brasileiro, de 851 milhões de hectares, mantendo 61% do território preservado. “Queremos a consolidação destas áreas e a manutenção da produção de alimentos, com preservação ambiental”, afirma a presidente da CNA. O agronegócio responde, hoje por 22,4% do Produto Interno Bruto (PIB) do País, que corresponde a US$ 467,9 bilhões, por 37% dos empregos e 37,9% das exportações, o equivalente a US$ 76,44 bilhões. Estes resultados ainda podem aumentar significativamente com investimentos em pesquisa, incentivos à adoção de novas tecnologias e, principalmente, com a atualização do Código Florestal brasileiro. Após uma seqüência de alterações desde que foi criado, em 1965, o Código passa por um processo de atualização no Congresso Nacional, que regularizará a atividade rural no País e dará segurança jurídica aos investimentos no setor. (Da assessoria)

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