O ex-senador Ataídes Oliveira fez duras críticas ao governador Wanderlei Barbosa ao comentar o aumento no ICMS sobre o combustível no início do ano. Segundo ele, a medida representa um peso adicional para a população de um estado que já convive com um dos combustíveis mais caros do país.
Participe do grupo do O Norte no WhatsApp e receba as notícias no celular.
IMPACTO ALÉM DA BOMBA
Na avaliação de Ataídes, o reajuste não afeta apenas o preço pago nos postos. O ex-senador afirma que o aumento se espalha por toda a cadeia de consumo, encarecendo alimentos, transporte, medicamentos e serviços básicos, com maior impacto sobre as camadas mais pobres da população.
ARRECADAÇÃO EM ALTA, DESCONFIANÇA TAMBÉM
Ataídes também questiona o destino dos recursos arrecadados com o imposto. Em sua análise, enquanto o cidadão aperta o orçamento doméstico, o Estado amplia a arrecadação, mas parte desse dinheiro se perde em corrupção, desperdício e favores políticos, sem retorno proporcional em serviços públicos.
PROPOSTA DE REDUÇÃO DO IMPOSTO
Como pré-candidato ao governo, Ataídes Oliveira defende a redução do ICMS dos combustíveis de cerca de 27% para 17%. Ele argumenta que a diminuição da carga tributária estimularia o consumo, aqueceria a economia e aumentaria a arrecadação de forma indireta, sem comprometer o financiamento de áreas essenciais.
GESTÃO OU EXCESSO DE IMPOSTOS
Encerrando sua análise, Ataídes sustenta que o problema não está na falta de recursos, mas na forma como eles são administrados. Para ele, uma gestão mais eficiente e livre de desvios permitiria aliviar a carga sobre o contribuinte e garantir investimentos em saúde, educação, segurança e moradia.






