O infarto fulminante costuma ser visto como algo totalmente inesperado, mas nem sempre acontece sem aviso.
Em muitos casos, o corpo emite sinais horas antes, que acabam sendo confundidos com estresse, ansiedade ou mal-estar passageiro.
Participe do grupo do O Norte no WhatsApp e receba as notícias no celular.
O alerta ganhou força após a morte do empresário e influenciador Henrique Madeirite, de 50 anos, em Minas Gerais. Segundo informações divulgadas, a causa foi um infarto fulminante.
O QUE É UM INFARTO FULMINANTE
O infarto fulminante ocorre quando há uma interrupção súbita e intensa do fluxo de sangue para o coração.
Isso provoca a morte rápida das células cardíacas e pode levar à parada cardiorrespiratória em poucos minutos.
Esse tipo de infarto se diferencia por evoluir de forma extremamente rápida, apresentar poucos sinais claros e exigir atendimento imediato para chance de sobrevivência.
SINAIS QUE PODEM SURGIR HORAS ANTES
Embora nem sempre sejam óbvios, alguns sintomas costumam aparecer antes do quadro mais grave.
Entre os sinais mais relatados estão:
Dor ou desconforto no peito, em forma de aperto ou pressão.
Sensação de queimação ou peso no tórax.
Dor que irradia para costas, pescoço, mandíbula ou braço.
Falta de ar sem causa aparente.
Náusea, tontura ou suor frio.
Em muitas situações, esses sinais surgem após esforço físico ou estresse emocional intenso.
POR QUE OS SINTOMAS SÃO IGNORADOS
O principal motivo é a banalização do mal-estar.
Muitas pessoas acreditam que se trata apenas de ansiedade, cansaço extremo, dor muscular ou má digestão.
Outro fator é o mito de que o infarto sempre vem acompanhado de dor intensa e incapacitante.
Na prática, o desconforto pode ser progressivo e silencioso.
QUEM TEM MAIS RISCO E QUANDO BUSCAR AJUDA
O infarto fulminante pode atingir pessoas aparentemente saudáveis, mas alguns fatores aumentam o risco: histórico familiar, estresse crônico, hipertensão, colesterol alto, tabagismo e sedentarismo.
Qualquer dor no peito que dure mais de alguns minutos, irradie para outras regiões do corpo ou venha acompanhada de falta de ar e suor frio exige atendimento médico imediato.
Casos como o de Henrique Madeirite reforçam que o coração pode dar sinais sutis antes de um evento grave.
Reconhecer esses alertas e agir rápido pode salvar vidas.






