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Policial Militar é indiciado pela morte de taxista em Araguaína

02 agosto 2019 - 13h19

O policial militar, Luiz Carlos de Oliveira, foi indiciado pela morte do taxista, Paulo Antônio Silva Rego, vítima de um acidente que aconteceu em fevereiro deste ano em Araguaína.

De acordo com o inquérito que foi concluído pela Polícia Civil, o militar Luiz Carlos estava dirigindo embriagado. Ele chegou a ser preso, dizendo que o taxista desrespeitou a sinalização de ‘pare’ no local do acidente.

De acordo com a Polícia Civil, o policial foi indiciado pelo crime previsto no artigo 302 do Código de Trânsito Brasileiro. O documento dizia que, o homicídio culposo na direção é quando o motorista “conduz veículo automotor sob a influência de álcool ou de qualquer outra substância psicoativa que determine dependência”.

A pena para este crime é de 5 a 8 anos de prisão e suspensão ou proibição do direito de dirigir. O próximo passo ficará por conta do Ministério Público Estadual (MPE) em analisar os autos.

Testemunhas foram ouvidas durante investigação. O policial disse em interrogatório, que não tomou bebidas alcoólicas antes de dirigir. Porém, no dia do acidente, o investigado se negou a realizar o teste do bafômetro e por isso foi lavrado um termo atestando que ele apresentava cheiro de álcool no hálito.

Outro acidente 

Em 2017, Luís Carlos já tinha se envolvido em outro acidente de trânsito e chegou a ser punido administrativamente pela Corregedoria da Polícia Militar. Na época, ele colidiu na traseira de uma motocicleta de um casal que voltava da igreja na Vila Azul. As vítimas foram arremessadas nochão e tiveram vários ferimentos.

Os policiais rodoviários federais que atenderam a ocorrência atestaram que o militar estava sob efeito de álcool e ele foi conduzido à delegacia, mas o delegado plantonista da época não lavrou o auto de prisão em flagrante. Na ocasião, ele também se recusou a fazer o teste do bafômetro. Esse inquérito está parado há mais de dois anos.  


 

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