Com a proximidade do início do ano letivo de 2026, o Procon Tocantins divulgou uma pesquisa de preços de material escolar realizada em papelarias da Capital. O levantamento analisou 82 itens e tem como objetivo orientar os consumidores sobre variações de preços e possibilidades de economia no orçamento familiar.
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A pesquisa foi feita nos dias 12 e 13, em seis estabelecimentos comerciais de Palmas.
Para conferir a pesquisa completa, acesse Pesquisa de Preços 2026.
ITENS PESQUISADOS INCLUEM CADERNOS, CANETAS E MASSA DE MODELAR
Entre os produtos pesquisados estão canetas hidrográficas, apontadores, borrachas, cadernos, colas em bastão e líquidas, giz de cera, lápis preto, lapiseiras, marca-textos, massas de modelar, réguas, tesouras, corretivos, papéis, pincéis e tintas.
O levantamento permite comparar preços de itens básicos presentes na maioria das listas escolares.
PRODUTOS REGISTRAM VARIAÇÕES SUPERIORES A 300%
O item com maior variação de preço foi o marca-texto Frixion apagável, da marca Pilot, com diferença de 348,40%, sendo encontrado entre R$ 3,12 e R$ 13,99.
Em seguida, a lapiseira Turbo Plus 0,5 mm, da marca Compactor, apresentou variação de 254,52%, com preços entre R$ 2,99 e R$ 10,60. Já a lapiseira Black Peps 0,5 mm, da marca Maped, teve variação de 190,32%, custando entre R$ 3,10 e R$ 9.
PROCON DESTACA IMPORTÂNCIA DA COMPARAÇÃO DE PREÇOS
O superintendente do Procon Tocantins, Euclides Correia, reforça que a pesquisa é uma ferramenta para auxiliar pais e responsáveis nas compras.
Segundo ele, a comparação de preços pode representar uma economia significativa e evitar gastos desnecessários no início do ano letivo.
DICAS PARA ECONOMIZAR E DIREITOS DO CONSUMIDOR
Antes das compras, o Procon orienta que os consumidores verifiquem quais itens já possuem em casa e que podem ser reutilizados. A compra em grupo também pode facilitar negociações e reduzir custos.
O órgão recomenda ainda evitar produtos com personagens e itens licenciados, que costumam ter preços mais elevados. Apontadores, borrachas e canetas só podem ser vendidos com o selo do Inmetro, exigência em vigor desde fevereiro de 2015.
O Procon reforça que escolas não podem exigir material de uso coletivo, conforme determina a Lei nº 12.886/2013.
Em caso de irregularidades, denúncias podem ser feitas pelo WhatsApp (63) 9 9216-6840 ou pelo Disque 151.






