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FISCALIZAÇÃO

Quase 5 toneladas de pescado impróprias para o consumo são apreendidas na capital

27 agosto 2021 - 11h22Por Ascom

Em uma operação conjunta, a Agência de Defesa Agropecuária (Adapec), por meio da Divisão Especializada no Combate a Produtos Clandestinos (DECC), com o apoio da Guarda Metropolitana de Palmas e Vigilância Sanitária Municipal (Visa), apreenderam um total de 4,7 toneladas de pescado impróprios para o consumo, nessa quarta-feira, 26, na Capital. O proprietário do estabelecimento clandestino foi multado em R$ 2.500 e todo material apreendido foi destruído no aterro sanitário.

A DECC da Adapec recebeu denúncia anônima pelo 0800 063 11 22 e deu início às investigações. “Após obtermos provas fizemos abordagem no local com a colaboração das instituições parceiras, identificamos um ambiente inadequado, sujo, sem o mínimo de higiene para o processamento de alimentos”, disse Ricardo Matarazzo, responsável pela DECC.

O proprietário apresentou uma nota fiscal da Bahia comprovando a origem do pescado. Porém, ele poderia ser comercializado no município onde foi produzido e em condições aprovadas por órgãos oficiais. “A atitude além de ferir a legislação, põem em risco a saúde do consumidor, pois todo o material foi avaliado também por uma equipe técnica do Mesa Brasil, que optou por não fazer doação, pois os alimentos não tinham segurança na qualidade”, afirmou o gerente de inspeção animal, Antônio Caminha.  

Participaram também da ação a barreira volante da Adapec de Palmas.

Parcerias

Os órgãos institucionais têm trabalhado para incentivar o acesso às indústrias   de produtos de origem animal à regulação, seja no Serviço de Inspeção Municipal (SIM), Serviço de Inspeção Estadual (SIE) ou no Sistema Brasileiro de Produtos de Origem Animal (Sisbi).

Na última terça-feira, 24, a Adapec, Visa e o SIM reuniram-se para colaborar buscando mecanismos que facilitem a certificação das empresas que produzem pescado junto aos órgãos de inspeção. Além disso, combate a produção clandestina de pescado.

Antônio Caminha atribui o aumento de apreensão de produtos de origem animal, este ano, por diversos fatores: criação da DECC, consumidor mais consciente e fazendo cada vez mais denúncias, bem como a integração de órgãos oficiais na execução de atividades no combate à clandestinidade.

Os peixes estavam sendo processado em ambiente sem o mínimo de condições higiênico-sanitárias - (Divulgação)

 

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