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"TRABALHADOR"

Jovem executado em obra pode ter sido morto no lugar do irmão

30 outubro 2019 - 08h34

Kelve de Paula Gonçalves (18 anos) executado na tarde de ontem (29), enquanto trabalhava em uma construção no setor União Sul, pode ter sido morto no lugar do irmão. É o que indica as investigações da Delegacia de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP). 

De acordo com Israel Andrade, delegado responsável pelo caso, os criminosos tinham como alvo na verdade, o irmão de Kelve, mas como não o encontraram decidiram matar o jovem inocente. A principal suspeita é de que o irmão da vítima seja integrante de uma facção criminosa.

O delegado disse que informações apuradas dão conta de que a vítima, era um rapaz trabalhador, não tinha envolvimento com a criminalidade: "Foi executado covardemente". Ainda conforme Israel Andrade, os assassinos chegaram a perguntar a Kelve se ele integrava uma facção criminosa mas o rapaz negou, mesmo assim foi baleado quando tentou correr dos bandidos. 

O caso

Kelve Gonçalves foi morto a tiros ontem à tarde quando trabalhava em uma obra no setor União Sul, quando um grupo de quatro homens de bicicleta se aproximou e efetuou os disparos contra ele, fugindo em seguida. O jovem foi atingido po três tiros e morreu ainda no local. 

Após denúncia, a polícia conseguiu identificar os autores, momentos depois do crime, em uma casa no Aureny III, onde estavam três indivíduos. Quando um deles percebeu a chegada da polícia, atirou, os militares revidaram e na troca de tiros, um suspeito identificado como, Carlos Eduardo Silva Barros (18 anos) morreu na hora e outros dois foram presos em flagrante. O suspeito morto tinha mais de 20 passagens pela polícia desde quando era menor de idade. 

A polícia ainda trabalha nas buscas pelo quarto suspeito de envolvimento no crime. 

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