Palmas
28º
Araguaína
27º
Gurupi
25º
Porto Nacional
27º
DESAFIO FITNESS COMPUTADOR
Supermercados Campelo Agosto
EM ARAGUAÍNA

Justiça mantém prisão de suspeito de acusado de sequestrar ex em Araguaína

09 fevereiro 2026 - 09h18Por Da Redação

A Vara Especializada no Combate à Violência contra a Mulher de Araguaína converteu em prisão preventiva a detenção em flagrante de um homem investigado por crimes praticados contra a ex-companheira no município.

Participe do grupo do O Norte no WhatsApp e receba as notícias no celular.

A decisão atendeu a pedido do Ministério Público do Tocantins (MPTO), com manifestação do promotor de Justiça Matheus Eurico, da 11ª Promotoria de Justiça de Araguaína.

INVASÃO, AMEAÇAS E SEQUESTRO

De acordo com as investigações, o suspeito não aceitou o fim do relacionamento e, na manhã do dia 4 de fevereiro, entrou na casa da vítima após contratar um chaveiro para abrir a porta do imóvel.

Em posse de uma faca, ele teria obrigado a mulher a acompanhá-lo, colocando-a à força dentro de um veículo e saindo com ela pela cidade.

AGRESSÕES E TENTATIVA DE DISPARO

Durante o trajeto, a vítima permaneceu sob constante ameaça.

Segundo os autos, ela sofreu agressões com faca e também foi atingida por golpes com uma arma de fogo.

Há registro de que o investigado tentou efetuar um disparo, que não ocorreu por falha no armamento. Mesmo assim, ele teria reiterado ameaças de morte ao longo de todo o percurso.

AÇÃO DA POLÍCIA E PRISÃO EM FLAGRANTE

A ocorrência teve desfecho após atuação da Polícia Militar, que localizou o veículo, cercou o imóvel para onde a vítima foi levada e realizou a prisão em flagrante.

No local, foram apreendidas armas de fogo, munições, uma faca e entorpecentes.

DECISÃO JUDICIAL E POSICIONAMENTO DO MPTO

No parecer encaminhado ao Judiciário, o Ministério Público destacou a gravidade dos fatos, o risco de reiteração das condutas e a necessidade de garantir a integridade física e psicológica da vítima.

O órgão afirmou que medidas cautelares alternativas não seriam suficientes diante da violência empregada.
Com a decisão, o investigado permanece preso de forma preventiva enquanto o caso segue sob apuração.

O MPTO reforçou que situações de violência doméstica devem ser comunicadas às autoridades e ressaltou a importância da atuação integrada no acolhimento das vítimas.