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CÁLICE DE HÍGIA

Operação iniciada nesta manhã prende suspeitos, apreende armas, drogas e até dinheiro falso

29 julho 2020 - 08h17

A Polícia Civil desencadeou nesta manhã uma operação de combate ao tráfico de drogas em Palmas. 

Denominada "Cálice de Hígia", a ação deflagrada pela 1ª Divisão Especializada de Repressão a Narcóticos (1ª DENARC – Palmas) busca cumprir 20 mandados de busca e apreensão expedidos pelo Poder Judiciário em locais monitorados como pontos de tráfico de drogas na região sul da Capital. Até às 7 horas ocorreu a apreensão de drogas, insumos para o tráfico, armas, munições e uma grande quantidade de dinheiro falso. Seis prisões havia sido efetuadas também.

Conforme o delegado que coordena a operação, Enio Walcácer, a operação visa a busca de provas e elementos para investigações do funcionamento do tráfico de drogas na região sul de Palmas e busca ainda coibir a criminalidade de massa no âmbito do tráfico de drogas, impedindo, dessa forma, o crescimento e o fortalecimento de pequenos traficantes antes que eles atinjam o patamar de organizações criminosas ou a elas se associem.

Segundo Enio Walcácer, a ação integra as diretrizes do Plano Estadual de Segurança Pública (PESSE) do Governo do Tocantins, que busca tanto a redução dos índices de criminalidade de crimes vinculados ao tráfico de drogas, quanto ações de integração entre os órgãos da segurança pública no combate à violência e a criminalidade no Tocantins. O Delegado ressalta que a ação também está em consonância com os objetivos da Secretaria da Segurança Pública e da Delegacia-Geral da Polícia Civil do Tocantins para reduzir os índices de criminalidade na região sul da Capital e consequentemente, dar uma resposta à sociedade.

Ação Integrada

A Operação Cálice de Hígia, coordenada pela 1ª DENARC, conta com o suporte operacional de várias divisões da Polícia Civil, bem como de delegacias circunscricionais e da Polícia Militar. Participaram da operação o Grupo Operacional Tático Especial (GOTE), a Divisão de Repressão ao Crime Organizado (DEIC de Palmas), Divisão de Repressão a Crimes Contra a Ordem Tributária (DRCOT), Divisão de Repressão a Crimes Cibernéticos (DRCC), Delegacia Interestadual e Capturas e Desaparecidos (Polinter Palmas), 4ª e 5ª Delegacia de Polícia, Delegacia Especializada de Repressão a Furtos e Roubos de Veículos Automotores (DERFRVA Palmas), agentes das diretorias de Polícia da Capital (DPC) e Diretoria de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado (DRACCO) e a equipe da Diretoria do Centro Integrado de Operações Aéreas (CIOPAER). Da Polícia Militar, apoiaram a operação o 6º Batalhão da Polícia Militar de Palmas e a Força Tática, bem como o Grupo de Operações com Cães da PM.

O nome da operação

O nome da operação faz referência à Deusa grega Hígia ou Higea. Ela representava na Grécia Antiga a prevenção da doença e a preservação da boa saúde. A serpente pode simbolizar o paciente que escolhe partilhar ou não da medicina para se ajudar, decidindo sobre o próprio bem-estar e fazendo as escolhas corretas. O réptil retratado partilhando do cálice também se relaciona às crenças antigas de que serpentes são um símbolo de cura e sabedoria.

Na época, acreditava-se que os mortos foram ao fundo da terra para habitar no Hades, uma terra onírica, nem boa nem má. As serpentes tinham contato com os mortos e possivelmente carregavam até as almas dos ancestrais, que retornavam para ajudar os vivos. Então a ideia era a de que esses animais são dotados de muita sabedoria, visto que carregavam as almas de sabedoria ancestral.

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