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CONDENAÇÃO

Justiça Federal condena sete acusados da Operação Cinco Estrelas

11 julho 2011 - 15h56

A Justiça Federal no Tocantins condenou sete acusados de envolvimento com o tráfico internacional de drogas ilícitas, cujo esquema foi desvelado pela polícia federal na chamada Operação Cinco Estrelas, em dezembro de 2010.

O acusado Rodrigo Moreira da Cunha foi condenado à pena de 10 (dez) anos e 6 (seis) meses de reclusão e 1.575 (mil, quinhentos e setenta e cinco) dias-multa e os acusados Eurípedes Aparecido de Oliveira, Ademar Moraes Bueno, José Adriano Sena, Arnaldo Ferreira dos Santos e Valdeny Francisco Bento foram condenados à pena de 09 (nove) anos de reclusão e 1.350 (mil, trezentos e cinquenta) dias-multa, todos pela prática do delito tipificado no artigo 35 c/c artigo 40, incisos l e V, da Lei n. 11.343/2006 (associação para o tráfico em caráter interestadual e transnacional).

O acusado Ilton José Severiano além de ter sido condenado à pena de 9 (nove) anos de reclusão e 1.350 (mil, trezentos e cinquenta) dias-multa por associação para o tráfico em caráter interestadual e transnacional, também foi condenado à pena de 13 (treze) anos 6 (seis) meses de reclusão e 1.350 (mil, trezentos e cinquenta) dias-multa, pela prática do delito tipificado no artigo 33 c/c artigo 40, incisos l e V, da Lei n.11.343/2006. Em virtude do concurso material dos delitos, as penas foram unificadas passando a somar 22 (vinte e dois) anos e 6 (seis) de reclusão e 2.700 (dois mil e setecentos) dias-multas.

Restou provado que os condenados faziam parte de uma organização criminosa de tráfico internacional de drogas ilícitas, com ramificação na Bolívia e em mais quatro estados brasileiros (Mato Grosso, Goiás, Rondônia e Tocantins).

De acordo com a sentença, proferida pelo juiz Federal Marcelo Albernaz, da 1ª Vara Federal, os condenados cumprirão a pena em regime inicialmente fechado, sem a possibilidade de recorrer em liberdade. Os condenados foram presos preventivamente e se encontram recolhidos na Casa de Prisão Provisória de Palmas. (Da Ascom Justiça Federal)

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