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PF deflagra Operação Maet que investiga venda de sentenças no TJ

16 dezembro 2010 - 10h20

Foi deflagrada na manhã dessa quinta-feira,16, a Operação Maet da Polícia Federal (PF), que acontece nas cidades de Araguaína e Palmas. O objetivo, segundo informações da assessoria de imprensa da PF é combater à corrupção no Estado do Tocantins.

Superior Tribunal de Justiça expediu e a PF cumpri neste momento, 09 mandados de condução coercitiva e 09 mandados de busca e apreensão em cerca de vinte endereços das duas cidades entre estes, o da desembargadora Willamara Leila.

De acordo com informações enviadas à imprensa nessa manhã pela PF, as investigações policiais tiveram duração efetiva de seis meses e foram realizadas pelo Núcleo de Inteligência da Superintendência de Polícia Federal no Tocantins. No período, foi estimado que o grupo movimentou milhões de reais no Estado. Ainda segundo a Nota, já foi confirmado a localização de uma grande quantidade de dinheiro encontrada na residência de um advogado.

Ao todo cerca de 120 policiais federais, estão realizando buscas em casas, escritórios de advocacia. A PF conta ainda com apoio de cerca 14 homens da Polícia Militar e da Polícia Civil do Tocantins.

Ainda nesta manhã, o Tribunal de Justiça (TJ) do Estado foi fechado pela Polícia Federal, e os desembargadores Willamara Leila, Carlos Luiz de Souza e Liberato Póvoa foram conduzidos pela polícia para prestar depoimento. Além de desembargadores há informações de que estão supostamente envolvidos na máfia cinco advogados de Palmas e dois de Araguaína. Algumas dessas pessoas já estão sendo conduzidas para a Sede da PF e serão ouvidas pelo delegado Regional executivo, Guilherme Ronaldo Campos.


Confira a nota na íntegra:
A Polícia Federal deflagrou, na manhã de hoje, 16, a Operação MAET, cujo objetivo é o combate à corrupção no Estado do Tocantins.

Estão sendo cumpridos 09 mandados de condução coercitiva e 09 mandados de busca e apreensão em cerca de vinte endereços nesta capital e na cidade de Araguaína, todos expedidos pelo Superior Tribunal de Justiça.

As investigações policiais tiveram duração efetiva de seis meses e foram realizadas pelo Núcleo de Inteligência da Superintendência de Polícia Federal no Tocantins. No período, foi estimado que o grupo movimentou milhões de reais no Estado. O que já foi confirmado com a localização de uma grande quantidade de dinheiro encontrada na residência de um advogado, que está sendo contado.

Cerca de 120 policiais federais, estão realizando buscas em casas, escritórios de advocacia. A PF conta ainda com apoio de cerca 14 homens da Polícia Militar e da Polícia Civil do Tocantins.

(Com informações da CS/SR/DPF/TJ/TO)


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