Uma operação integrada das forças de segurança do Tocantins resultou, nesta quarta-feira (28), na deflagração da Operação Hydra, que tem como alvo o núcleo financeiro de uma organização criminosa interestadual com atuação no Estado. A investigação apura crimes de lavagem de dinheiro, ocultação de bens e uso de identidades falsas.
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A ação faz parte de um trabalho de inteligência voltado à descapitalização de grupos criminosos e ao enfraquecimento de suas estruturas financeiras.
OPERAÇÃO INTEGRADA
A ofensiva foi coordenada pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Tocantins (Ficco/TO), com apoio da Delegacia de Repressão a Entorpecentes da Polícia Federal em Palmas (DRE/PF/TO) e da Diretoria de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado da Polícia Civil do Tocantins (Dracco/PC/TO).
As equipes cumpriram ordens judiciais e realizaram diligências simultâneas na capital.
MANDADO DE PRISÃO EM PALMAS
Durante a operação, foi cumprido um mandado de prisão preventiva contra um suspeito em Palmas. Ele havia sido colocado em liberdade em dezembro de 2025.
Segundo as investigações, mesmo após ser solto, o homem teria dado continuidade às práticas criminosas, o que motivou a nova ordem de prisão.
BENS BLOQUEADOS E VALORES MILIONÁRIOS
A Justiça Estadual Criminal determinou o sequestro e o bloqueio de bens ligados ao grupo investigado.
Entre os alvos estão um imóvel de alto padrão, veículos e contas bancárias com movimentações superiores a R$ 13 milhões. Também foram apreendidos documentos e objetos utilizados para dar suporte financeiro às atividades ilícitas.
CRIMES INVESTIGADOS
Os suspeitos respondem por organização criminosa, lavagem de capitais e uso de documento falso.
Somadas, as penas podem chegar a 24 anos de reclusão, conforme a legislação penal.






