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R$ 15 MILHÕES

Empresário de Araguaína é preso suspeito de desvio milionário de recursos públicos através da produção de eventos

01 julho 2019 - 11h38

A operação iniciada na manhã desta segunda-feira (1º) pela Polícia Civil investiga lavagem de dinheiro de emendas parlamentares por meio de empresas de fachada. Ao todo, cinco mandados de prisão temporária e 13 ordens busca e apreensão estão sendo cumpridas em Palmas, Araguaína e outras cidades do interior do estado. A ação foi chamada de ONGs de Papel.

A instituição investigada se chama Instituto Prosperar (IPROS). Com sede em Araguaína, norte do Tocantins, a ONG teria recebido R$ 15 milhões em convênios com o estado nos últimos três anos. A organização seria responsável por desenvolver atividades ligadas à cultura e à arte.

Um dos presos é Iuri Vieira Aguiar, que seria um dos operadores do suposto esquema criminoso. O advogado dele disse à TV Anhanguera que não teve acesso aos autos do processo e por isso ainda não tem como se manifestar.

Em Palmas, mandados foram cumpridos em um prédio na quadra 105 Norte e na Secretaria de Indústria, Comércio e Serviços, na Praça dos Girassóis. Os delegados disseram que não poderiam falar sobre a operação.

O G1 procurou a Secretaria de Segurança Pública (SSP) e o governo do estado, que enviaram a mesma nota sobre a investigação e as suspeitas apuradas pela polícia: "A respeito da operação desencadeada na manhã desta segunda-feira, 01, pela Polícia Civil do Tocantins, a Secretaria da Comunicação (Secom) informa que todas as informações solicitadas estão sendo colocadas à disposição das autoridades competentes."

Fonte: G1/TO

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