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POLÍTICA

Halum desabafa em reunião da bancada do PSD com Ideli Salvatti

02 setembro 2011 - 09h52

A ministra de Relações Institucionais, Ideli Salvatti, se reuniu nesta quinta-feira com a bancada do PSD, novo partido do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab. Segundo ela, o encontro foi uma continuidade do contato iniciado no café da manhã da presidente Dilma Rousseff

- O PSD deixou claro que o que for importante e relevante para o Brasil terá seu apoio - disse Ideli, destacando que o encontro foi para o estabelecimento da relação, e lembrou que o novo partido prometeu dar apoio ao que for relevante para o País e, por isso, os contatos continuam.

O deputado federal tocantinense, César Halum (PPS), ao se apresentar para a ministra afirmou que o motivo de sua saída do Partido Popular Socialista – PPS, não se deu por problemas internos, mas sim por perceber que estando na base da presidente Dilma, ele poderá contribuir mais para o Tocantins e o Brasil.

- Deixo claro que não sai do PPS por questões pessoais, tenho o maior respeito e admiração pelo partido, pelo qual fui eleito. Nós da bancada do PSD não queremos privilégios e barganhas, mas sim um tratamento igualitário dentro do parlamento - disse Halum.

A ministra Ideli Salvatti concluiu seu discurso afirmando que a relação do governo com o PSD será fraterna e politicamente correta.

O PSD de vento em popa
De acordo com César Halum, a expectativa da direção do PSD é que o partido obtenha hoje o registro em 11 estados. Ontem, eram sete estados. Com isso, o novo partido terá cumprido exigência legal para que o TSE lhe dê registro definitivo. Halum informa que o PSD vai nascer com 47 deputados e dois senadores. Mas o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, avalia que até que saia o registro do TSE a bancada poderá chegar a 55 deputados. (Da Ascom Dep. Fed. César Halum)

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