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BASTIDORES DA POLÍTICA

Sogro de Henrique, da dupla com Juliano, deve disputar eleição no Tocantins

30 janeiro 2026 - 13h01Por Da Redação

Um dos principais nomes da atual estrutura de segurança do Tocantins passou a ser citado com mais frequência nas conversas de bastidores da política estadual. O comandante-geral da Polícia Militar, coronel Márcio Antônio Barbosa de Mendonça, aparece entre os cotados do grupo político ligado ao governador Wanderlei Barbosa para disputar as eleições deste ano.

A movimentação ainda não foi oficializada, mas já provoca articulações internas e expectativas dentro do núcleo governista.

DISPUTA PROPORCIONAL NO RADAR

A avaliação predominante entre interlocutores próximos é de que o coronel tende a entrar na corrida por uma vaga no Legislativo federal. A Câmara dos Deputados surge como prioridade nas análises internas, enquanto uma candidatura à Assembleia Legislativa é considerada, neste momento, uma alternativa secundária.

As definições, no entanto, seguem em aberto e dependem do desenho final das alianças políticas.

PROXIMIDADE COM O GOVERNO

À frente da Polícia Militar durante a atual gestão, Mendonça construiu relação direta com o Palácio Araguaia e mantém diálogo ativo com setores da segurança pública e da classe militar, fator visto como estratégico para uma eventual campanha.

A atuação no comando da corporação é apontada como um dos elementos que podem ampliar sua projeção junto ao eleitorado.

VISIBILIDADE ALÉM DA POLÍTICA

Além da atuação institucional, o nome do comandante também ganha destaque pela ligação familiar com o cantor Henrique, da dupla sertaneja Henrique e Juliano. A relação, segundo aliados, pode contribuir para aumentar o reconhecimento público do possível pré-candidato.

PRAZO É DECISIVO

A legislação eleitoral impõe um marco importante para a definição do futuro político do comandante-geral. O prazo para desincompatibilização do cargo se encerra em abril, data que deve ser determinante para confirmar ou não a entrada de Márcio Mendonça na disputa eleitoral.

Até lá, o silêncio oficial contrasta com o burburinho crescente nos bastidores.