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SEGUNDA FASE

PF investiga crime eleitoral após apreensão de R$ 1 milhão dentro de taxi no ano passado

22 agosto 2019 - 10h58

Na manhã desta quinta-feira (22), cerca de 40 policiais federais estão cumprindo sete mandados de busca e apreensão expedidos pela 3ª Zona Eleitoral de Porto Nacional, nas cidades de Silvanópolis e Porto Nacional,  além de Candangolândia e em Brasília, no Distrito Federal. A ação faz parte da operação "Milhão II", que teve início no ano passado após a apreensão de R$ 1,2 milhão em malas dentro de um táxi no dia 2 de outubro, cinco dias antes das eleições gerais.

 Nessa fase da operação, os policiais vão apurar a incoerência e inconsistência de uma versão apresentada por uma pessoa que compareceu a sede da PF em Palmas alegando ser dono do dinheiro apreendido.

A PF apura um suposto crime eleitoral diante da  incoerência e inconsistência de uma versão apresentada por uma pessoa que compareceu a sede da PF em Palmas alegando ser dono do dinheiro apreendido. 

 Os investigados podem responder pelos crimes de compra de votos e associação criminosa. 

Entenda o caso

O dinheiro foi apreendido durante uma abordagem de rotina realizada pela Polícia Militar na TO-050, saída entre Palmas e Porto Nacional. 

Durante a abordagem, duas pessoas que estavam dentro do veículo foram detidas e levadas para a sede da PF em Palmas, onde prestaram depoimento. O piloto da aeronave que aguardava essas pessoas em Palmas, também foi levado para a sede PF.

De acordo com a PM, os ocupantes do veículo não souberam precisar a origem do dinheiro.

Informações colhidas pelas equipes levam acreditar que se trata de crime eleitoral, com políticos dos estados do Pará e Goiás envolvidos. 

Os investigados devem responder, na medida de suas participações, pelos crimes de compra de votos e associac?ão criminosa.

O nome da operação faz alusão à quantia em dinheiro apreendida.

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