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Suspeitos são presos acusados de aplicar golpe dessa vez em estudante de Medicina

04 novembro 2019 - 08h43Por Redação

Dois homens de 34 e 35 anos foram presos pela segunda vez em 24 horas, acusados de aplicar golpes em estudantes universitários em Araguaína. 

Dessa vez o alvo teria sido uma estudante de Medicina que foi abordada por eles em um restaurante localizado na Marginal Neblina. Em conversa com nossa reportagem, a universitária, que preferiu não se identificar, contou que os dois homens se aproximaram dela se apresentando como sendo estudantes de Jornalismo e pedindo ajuda para se formarem no curso de uma faculdade de Belém (PA).

Durante a conversa, eles ofereceram livros para a vítima, sendo um deles no valor de R$ 29,90. "Eu dei uma nota de R$ 50 aí eles então disseram que o valor agora era cinquenta reais".

A jovem relata que depois disso os dois sumiram e não devolveram o troco.  A estudante então resolveu consultar o site que eles informaram da venda dos livros e percebeu que não havia nenhum conteúdo no endereço eletrônico. Ela constatou então que foi enganada e procurou a polícia para denunciar. Na delegacia os policiais mostraram a foto de dois homens que foram presos na sexta-feira (01), suspeitos de praticarem um golpe semelhante e eles foram reconhecidos pela universitária como sendo os autores do golpe no restaurante. Relacionado ao flagrante anterior, eles foram soltos durante audiência de custódia. 

Diante da denúncia, os policiais deram início às averiguações e com o apoio da Polícia Rodoviária Federal (PRF) conseguiram localizar os dois homens que já estavam saindo da cidade, dentro de uma van de passageiros que foi interceptada na barreira da PRF, em Araguaína.  

Conduzidos para a delegacia, os dois homens identificados como, Igor Whitaker de Souza e Rodrigo da Silva Vieira negaram a autoria dos estelionatos e se defenderam dizendo que estavam saindo da cidade depois de serem liberados pela justiça. 

Segundo apurado pela Polícia Militar, os suspeitos são dos estados do Ceará e Rio Grande do Norte mas Igor, chegou a dizer em entrevista à nossa equipe, que era de São Paulo e para onde estava retornando, onde mora com a família. "Não vou nem mais trabalhar com esse negócio de livro, só dá problema", disse.

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