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Projeto Caminhar do HDO retoma atividades nesta quarta, 12

12 janeiro 2011 - 11h40

O Projeto Caminhar: UM DOM, do Hospital Dom Orione (HDO), o maior Hospital filantrópico do Tocantins, localizado em Araguaína (TO), volta com força total nesta quarta-feira, 12 de janeiro, a partir das 18 horas. Fechando o ano passado tirando mais de 200 pessoas do sedentarismo, o Projeto retoma suas atividades oferecendo serviços de saúde gratuitamente até às 20 horas, na marginal Neblina, em Araguaína (TO).

Só no ano passado, desde o final do mês de Outubro, foram realizados oito encontros e mais de 207 pessoas cadastradas, que puderam receberam acompanhamento da Pressão Arterial (PA), dos quais 103 eram homens e 104 mulheres.

Dos participantes atendidos na tenda de profissionais disponibilizados pelo Hospital, chegou-se a conclusão, na observação dos dados de acompanhamento, que dos homens atendidos, 34% deles praticavam o exercício no grupo de risco, com a pressão acima de 14 por 9. Do total de 104 pessoas do sexo feminino, apenas 12% delas estavam com a pressão alta. Também no ano passado, mais de 420 colaboradores do Hospital Dom Orione vestiram a camiseta do projeto e ganharam as calçadas da Marginal.

Suando a camisa
Entre os serviços oferecidos durante a caminhada, na tenda do HDO estão a aferição da PA, alongamento a cada 15 minutos e orientações de profissionais de saúde do HDO, como o Médico Cardiologista, Dr. Sandro Sacre. Além disso, o programa conta com o auxílio de um profissional de Educação Física da Academia Atlas, parceria do projeto, e um momento espiritual com Irmão João Matheus Clemente. Ao todo, 28 colaboradores foram essenciais para o bom desenvolvimento do Projeto Caminhar, além do apoio e incentivo despendidos pelos Diretores e Gerentes.

Quem participa do projeto avalia de forma positiva. “O melhor remédio para a pressão é a caminhada. Já é a 4ª vez que eu ‘meço’ aqui. O projeto é bom demais e muito louvável. Eu sou um dos que estou incentivando o pessoal a vir ‘medir’ a pressão todas as quartas-feiras”, afirmou o mecânico Fernando Brito. Além dele, um depoimento que chama a atenção é o da professora Maria Leda. “A caminhada pra mim representa uma nova vida. Sou merendeira numa escola Orionita e no nosso trabalho manipulo alimentos quentes e frios, e isso estava me deixando com os dedos todos dormentes. Após consulta, o médico me disse que eu precisaria mudar os meus hábitos de vida. Uma colega do trabalho foi que me deu forças e me incentivou a realizar a caminhada. Começamos a caminhar de segunda a sexta e desde lá já perdi 10 Kg e meio.” (Com informações da Ascom HDO)
 

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