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CONCIENTIZAÇÃO

Campanha Nacional Contra o Câncer de Pele acontece amanhã

25 novembro 2011 - 10h55

A Sociedade Brasileira de Dermatologia realiza todo ano a Campanha Nacional de Combate ao Câncer de Pele, visando diagnosticar o maior número de casos possível, além de alertar as pessoas sobre os riscos da doença. A Campanha, este ano, acontece no sábado, 26 de novembro.

A pele é o maior órgão do corpo humano, protege o corpo contra infecções, além de ser responsável pelo controle da temperatura corporal e pela reserva de gordura, água e vitamina D no organismo. É dividida em duas camadas: epiderme e derme. Dentre tantos os cuidados que deve-se ter com este órgão, um é de saber unânime: o uso diário do protetor solar. A dermatologista Andreza Rosa Negre fixa que, “qualquer pessoa, mesmo as de pele mais morena, deve proteger a pele contra os efeitos nocivos do sol utilizando sempre o filtro solar, mesmo em dias de chuva. Lembrando que o fator de proteção irá variar de acordo com as necessidades de cada pessoa”.

Estes efeitos do sol, só se manifestam com o decorrer do tempo. Apesar de as lesões começam a aparecer na maioria das vezes por volta dos 40 anos, cerca de 75% da radiação solar recebida ocorre nos primeiros 20 anos de vida. Portanto, o uso do filtro solar deve ser feito desde a infância e continuar por toda a vida.

O excesso de exposição sem proteção ao sol é a principal causa do desenvolvimento do câncer de pele. “O câncer de pele é um tumor formado por células da pele que sofreram uma transformação e se multiplicam de maneira anormal e desordenada dando origem a um novo tecido”, explica a dermatologista.

Em geral, pessoas de pele mais clara são mais acometidas pela doença, mas qualquer pessoa pode desenvolvê-la. Nota-se ainda que grande parte das lesões se localizam em áreas que ficam diretamente expostas ao sol, logo, o maior e mais eficaz método de prevenção é evitar a exposição direta aos raios solares.

Os principais sintomas da doença são: feridas, sem causa aparente, que não cicatrizam; pinta, ou sinal de nascença que sofreu alteração no tamanho, cor e aspecto, acompanhado de coceira, dor ou sangramento. Um médico dermatologista deve ser procurado sempre que se perceber qualquer tipo de mancha ou lesão diferente, pois pode ser algum indício do câncer.

O diagnóstico e tratamento precoce são essenciais para a recuperação da pele. Um médico especializado poderá dizer qual tipo de tratamento é indicado a cada tipo de câncer de pele. Embora seja o tipo de câncer mais frequente, corresponde a cerca de 25% de todos os tumores malignos registrados no Brasil, segundo dados do Instituto Nacional de Câncer. “O importante é fugir do medo e preconceito, o câncer de pele pode surgir em qualquer pessoa e quando detectado precocemente apresenta altos percentuais de cura”, acrescenta Andreza Rosa. (Precisa Assessoria de Comunicação)

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