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Carreta da Saúde chega ao município de Araguaína nesta semana

24 outubro 2011 - 10h58

A Prefeitura Municipal de Araguaína, por meio da Secretaria de Saúde, em parceria com o Ministério da Saúde e Morhan/Novartis Biociências S.A. realizam a Semana de Intensificação no Diagnóstico da Hanseníase através da Carreta da Saúde, entre os dias 25 a 28 de outubro, a partir das 8h, no estacionamento do Espaço Cultural Agnaldo Borges Pinto, no Setor Rodoviário.

A Carreta da Saúde é um caminhão itinerante, possui cinco consultórios e um laboratório para atender a população de Araguaína. Um projeto de cidadania corporativa que tem como objetivo colaborar para a eliminação da hanseníase no Brasil, por meio da educação, diagnóstico e tratamento da doença.

No veículo, todos recebem informações sobre a doença e seus sintomas, se consultam com um médico, realizam exame para identificar se está ou não com hanseníase e, em caso positivo, recebe na hora o medicamento para o tratamento no primeiro mês – o medicamento é oferecido gratuitamente na rede pública.

Em Araguaína, a rede de serviços da Atenção Básica que é composta por 17 Unidades Básicas de Saúde, desenvolvem ações de diagnósticos, tratamento e acompanhamento da hanseníase.

São parceiros ainda nesse projeto: Diretoria de Vigilância da Saúde, Diretoria de Atenção e Promoção a Saúde da Secretaria Municipal da Saúde; Hospital de Doenças Tropicais (HDT); Conselho Municipal de Saúde; Núcleo de Educação Permanente; Secretaria Estadual de Saúde.

Mais informações sobre o projeto Carreta da Saúde podem ser obtidas pelo telefone 3411.7033 na Divisão de Vigilância Sanitária do município.

Hanseníase
O Brasil ocupa o 2º lugar do mundo em número absoluto de casos de hanseníase, sendo o primeiro das Américas, cerca de 47.000 casos novos são detectados a cada ano no Brasil, sendo 8% deles em menores de 15 anos de idade.

A hanseníase é uma doença infecciosa, de evolução crônica (muito longa) causada pelo Mycobacterium leprae, microorganismo que acomete principalmente a pele e os nervos das extremidades do corpo. A transmissão se dá de indivíduo para indivíduo, por germes eliminados por gotículas da fala e que são inalados por outras pessoas penetrando o organismo pela mucosa do nariz. Outra possibilidade é o contato direto com a pele através de feridas de doentes. No entanto, é necessário um contato íntimo e prolongado para a contaminação, como a convivência de familiares na mesma residência. Daí a importância do exame dos familiares do doente de hanseníase.

O período de incubação varia de 2 a 7 anos e entre os fatores predisponentes estão o baixo nível sócio-econômico, a desnutrição e a superpopulação doméstica. Devido a isso, a doença ainda tem grande incidência nos países subdesenvolvidos.(Ascom)

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