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Por: Vanderson Freizer

Salário – a luta é para aprovar o mínimo possível

12 fevereiro 2011 - 12h50

O Governo já admite negociar a votação do salário mínimo de R$ 560, isso se não houver aliados o suficiente para aprovar o valor abaixo disso, defendido a ferro e fogo pelos governantes do país. A intenção é evitra um prejuízo maior nas contas públicas.

Mas, o rombo já foi feito. No início do ano ficou acertado que deputados e senadores ganhariam o valor máximo pago a um servidor público, nada mais, nada menos que R$ 26,7 mil. Isso fez com que cada deputado e senador custasse ao povo brasileiro algo em tordo R$ de 150 mil.

Toda vez que o assunto é aumento de salário mínimo, o trabalhador que depende desta quantia para pagar suas contas no fim do mês, já pode esperar o presente de grego, gentilmente concedido por nossos representantes de Brasília. A intenção do governo é aprovar o mínimo dos mínimos e a partir de agora passa a defender o valor de R$ 560, já que DEM e PSDB também aceitam votar essa quantia.

O importante é para o Ministério da Fazenda agora é evitar que os diálogos em torno de valores maiores como R$ 580 e R$ 600 se tornem mais acalorados no Congresso e que a definição seja definida abaixo disso.

É vergonhoso ver toda essa negociata toda vez que ao assunto é o salário do povo, mas é preciso abrir os olhos e fazer uma reforma econômica já. Afinal, o slogan da presidente é: PAÍS RICO É PAÍS SEM POBREZA. E acima de tudo com salário justo para todos.
 

Vanderson Freizer
 



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