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AGRICULTURA FAMILIAR

Estado e Banco do Brasil realizam mutirão de renegociação de dívidas

22 junho 2021 - 09h08

O município de Paranã, localizado a 361 km da capital Palmas, sedia nesta quarta, 23, e quinta-feira, 24, o mutirão de renegociação de dívidas do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), promovido pela Agência do Banco do Brasil em parceria com o Instituto de Desenvolvimento Rural do Tocantins (Ruraltins), por meio do escritório local de serviços.

O mutirão de renegociação ocorrerá na Agência do Banco do Brasil de Paranã, das 8 às 17 horas, com previsão de atender 63 famílias rurais da região que se encontram com dívidas relacionadas ao crédito rural.

De acordo com a extensionista do Ruraltins, Simone Carvalho, o objetivo é atender o máximo de famílias que se encontram em atraso com os pagamentos de financiamentos para que possam ficar aptas a contratarem novas propostas de crédito. “Ao participar da negociação, o produtor deixa de ficar impedido de fazer transações de crédito rural, que é muito importante, principalmente, em meio a essa pandemia para melhorar a atividade que precisa de um capital, seja para começar ou para manter a já existente”, frisa a extensionista.

Conforme Valteir Augusto Cardoso Junior, gerente-geral da Agência do Banco do Brasil de Arraias, os produtores rurais inadimplentes terão alternativas para renegociar seus débitos.

“Teremos alternativas de renegociação, prorrogação e acordos extrajudiciais conforme enquadramento da situação de atraso de cada cliente. As renegociações podem chegar até 60 meses e as prorrogações até um adicional ao final do contrato.

Além disso, o agricultor terá a exclusão do seu nome do cadastro dos órgãos de proteção ao crédito, como Serasa [Centralização de Serviços dos Bancos]; SCPC [Serviço Central de Proteção ao Crédito]; SPC [Serviço de Proteção ao Crédito]; Cadin [Cadastro Informativo de Créditos ], dentre outros, bem como a interrupção de ajuizamento judicial. Os clientes/avalistas também ficam aptos para novos créditos, no Banco do Brasil e/ou em outras instituições financeiras”, explica.

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