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CASO BRUNO

Macarrão diz que sangue era de Eliza

21 julho 2011 - 15h18

O detento Luiz Henrique Ferreira Romão, o Macarrão, admitiu na quarta-feira que o sangue encontrado no carro do goleiro Bruno era de Eliza Samudio, de cujo desaparecimento ele é um dos suspeitos de envolvimento. A afirmação foi feita em entrevista ao deputado estadual Durval Ângelo (PT-MG), da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, que visitou Macarrão no Complexo Penitenciário Nelson Hungria, em Contagem. A conversa foi gravada pela emissora de televisão da Assembleia Legislativa mineira.

Alertado por Durval de que as provas que apontam que Eliza esteve no carro do goleiro Bruno antes de desaparecer eram muito fortes, Macarrão garantiu nunca ter negado que o sangue encontrado no veículo era dela. "Nunca mentimos esse negócio do sangue. Nunca mentimos que o sangue que estava lá era de Eliza. Não falei porque meu advogado nunca deixou, não porque não quis. Eu sempre quis falar", disse o amigo de Bruno.

Macarrão também reclamou do tratamento que recebe na prisão, afirmando que é uma "carta marcada". "Infelizmente, aqui dentro sou uma carta marcada. Tudo é mais difícil comigo", lamentou. Apesar disso, no vídeo divulgado, ele negou que tenha tido problemas com outros detentos ou que tenha sido ameaçado. (do Portal Terra)

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