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CRUELDADE

Polícia Civil identifica e indicia suspeito de decepepar focinho de cadela com foice

13 janeiro 2022 - 08h56

A Polícia Civil, por intermédio da 75ª Delegacia de Polícia, identificou e indiciou, nesta quarta-feira, 12, um homem de 29 anos, que é o principal suspeito de causar ferimentos gravíssimos em uma cadela de quatro meses, na cidade de Ipueiras. O crime causou grande comoção devido ao fato de o autor ter utilizado uma foice para deferir um golpe que decepou o focinho do animal, que precisou ser sacrificado, devido ao gravíssimo ferimento que sofreu.  

Ao tomar conhecimento de que uma cadela, de 04 meses, teve seu focinho decepado por um golpe de foice, na cidade de Ipueiras, no dia 09, a equipe da 75° Delegacia de Polícia Civil, da cidade de Silvanópolis, iniciou as investigações, com o objetivo de identificar o autor dos fatos.

Os policiais civis, coordenados pelo delegado-chefe da unidade policial, Antônio de Oliveira Carvalho, efetuaram o levantamento das informações que culminaram na identificação de um homem de 29 anos, morador da cidade de Ipueiras/TO, que seria o principal suspeito de ter desferido um golpe de foice no focinho da cadela, decepando o focinho do animal.

Ainda segundo o delegado Antônio Oliveira "Ao tomarmos conhecimento dos fatos, iniciamos imediatamente as investigações, com o objetivo de apurar o mais rapidamente possível as circunstâncias do ato cruel. Nesse sentido, registro o excepcional trabalho desempenhado pelo escrivão de Polícia Civil, Fabrício Pereira Frota, que, utilizando as mais rebuscadas técnicas de investigação, conseguiu identificar o autor e as testemunhas dos fatos". Disse a autoridade policial.

Com a identificação do suspeito, o mesmo foi conduzido até sede da 75ª DP, onde foi questionado sobre os motivos que o levaram a praticar o ato contra o animal. Porém, o indivíduo usou seu direito constitucional de permanecer em silêncio. Em seguida, ele foi indiciado com base no artigo 32, parágrafos 1-A e 2, da lei 9.605. Se condenado, o homem pode pegar uma pena de até seis anos de reclusão.