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Nestlé troca camponesa da lata de leite moça por brasileiras reais

22 junho 2021 - 12h16Por Mega Curioso

Para comemorar os seus 100 anos no Brasil, a Nestlé resolveu homenagear as consumidoras brasileiras que ajudaram a fazer do Leite Moça uma das marcas mais tradicionais de todos os tempos. Assim, substituíram a “moça” que aparece no rótulo do produto por mulheres reais: Dona Sônia, Bia, Gabriela, Ângela, Tia Bena, Terezinha, Amanda e muitas outras.

Ao todo, são 100 consumidoras, cujos rostos e corpos estão chegando nas latinhas em todos os supermercados, e cujas histórias poderão ser acompanhada nas redes sociais da marca. As ilustrações dessa edição especial são de autoria de artista paulistana Débora Islas. A campanha “Leite Moça 100 anos. Tudo que pode dar certo vai dar certo” foi desenvolvida pela FCB Brasil.

Segundo a CSO da agência de publicidade, Renata d’Ávila, o tema central da campanha foi celebrar uma sororidade. Entre a Moça da lata e as Brasileiras, mostrando que as maravilhas que elas fazem com leite Moça ocorrem tanto dentro como fora da cozinha. É uma comemoração do passado, mas também uma aposta otimista no futuro, com base no “poder transformador das mulheres”.

As brasileiras inventaram o Leite Moça

D’Ávila destaca que Moça se tornou uma marca icônica no País porque as brasileiras a fizeram assim. “A cada doce, a cada receita, ela foi passando de ingrediente a parte da nossa história. Participa de momentos inesquecíveis e se tornou uma marca amada”, reconhece a profissional.

Quando Renata fala que a marca foi construída pelas consumidoras, ela não está exagerando. Já contamos aqui no MegaCurioso da dificuldade para vender as primeiras latas de leite condensado no Brasil que chegaram em 1890. A marca original La Laitiére era intraduzível, porque “a leiteira” aqui é o vasilhame. Assim, as consumidoras passaram a pedir aquele “leite da moça”.

A ilustradora Débora Islas diz que, quando começou a desenvolver seu trabalho em janeiro, percebeu que a proposta de trocar a moça da lata de leite condensado por mulheres reais que construíram a marca foi “uma baita responsabilidade”, porque não bastava ilustrar; era preciso conhecer cada personagem e sua história. No final, “homenageamos a Moça e as moças”, resume D’Ávila.

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